CAFÉ DA MANHÃ PARA A ALMA

Série Oração

A maioria dos cristãos não sentem a necessidade de interceder.

Quando sentimos necessidade de sermos intercessores, precisamos pedir ao Senhor que nos ensine como fazê-lo.

Vamos pedir ao Senhor que revele a Sua vontade para a pessoa que estamos intercedendo.

A melhor e maior bênção que se pode esperar na vida é conhecer a Deus e andar nos caminhos que Ele traçou.

É natural que peçamos ao Senhor que se revele aos outros e lhes mostre o caminho por onde devem andar.

O apóstolo Paulo foi um grande líder e um homem de oração, orava para que Deus revelasse seu propósito às pessoas.

Podemos aprender com Paulo acerca da oração intercecesória.

Em sua carta aos colossenses, ele escreveu o seguinte: “…não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento de sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual” (Colossenses 1.9).

Paulo reconhecia que conhecer a Deus é uma questão espiritual e que as pessoas precisavam de oração para conhecê-lo.

Paulo orou para que os irmãos da igreja dos colossenses conhecessem a vontade de Deus e seu propósito.
Pra Janete Pessoa

Série Oração

Vamos conhecer mais um inimigo da nossa vida de oração: a desconsideração pela soberania de Deus.

CAFÉ DA MANHÃ PARA A ALMA

Série Oração

Vamos conhecer mais um inimigo da nossa vida de oração: a desconsideração pela soberania de Deus.

Precisamos crer firmemente na soberania de Deus, essa certeza nos mantém em paz mesmo durante os momentos mais difíceis de nossa vida.

Pois Deus nos conhece e sabe o que é melhor para nós.

Jeremias 1.5 diz: “Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre te consagrei…”.

Jesus ao ensinar seus discípulos a orar, a primeira coisa que fez foi ensiná-los a honrar a Deus por quem Ele é: “Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, faça -se a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mateus 6.9,10).

Nesse texto da Palavra de Deus está claro o reconhecimento do poder de Deus, e de sua soberania.

Vemos também clara a estrutura de nosso relacionamento com Ele, somos filhos sob a autoridade do Pai.

Toda vez que negligenciamos essa estrutura divina, com certeza saímos dos limites estabelecidos por Ele, e danificamos nosso relacionamento com o Pai.
Pra Janete Pessoa

CAFÉ DA MANHÃ PARA A ALMA

Série Oração

Outro inimigo que atrapalha nossa vida de oração é a idolatria.

Muitos quando falamos de idolatria pensam em imagens de escultura usadas para adorar outros deuses, mas ídolo é tudo o que se coloca entre nós e Deus.

Pode ser o dinheiro, a carreira profissional, os filhos, a diversão, podem ser ídolos.
Não é a questão de um objeto, mas da posição que essas coisas ocupam em nosso coração.

Em Ezequiel 14.3 vemos o efeito negativo quando permitirmos que algo se coloque entre nós e Deus: “Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos dentro do seu coração, tropeço para a iniquidade que sempre têm eles diante de si; acaso, permitirei que eles me interoguem?”.

Nessa passagem percebemos claramente o desgosto de Deus, Ele não deseja que um adorador de ídolos lhe dirija a palavra.

Quando removemos os ídolos de nossa vida, nos tornamos candidatos ideais para um avivamento pessoal.

Precisamos nos examinar se existe ídolos tomando o lugar de Deus em nosso coração.
Pra Janete Pessoa

Série Oração

Outro inimigo que precisamos combater é a falta de transparência para com Deus e outros.

Precisamos aprender a ser transparentes com Deus, Ele nos purifica e restaura.

A nossa transparência ajuda também a outros, porque lhes mostra que todos enfrentamos dificuldades.

A parte mais difícil da sinceridade é a confissão.
Nosso ego é resistente e nossa tendência é desejar manter intacta nossa imagem.

Para muitos colocar a transparência em prática é muito difícil.

Ao orarmos é nossa transparência com Deus permite Ele operar em nós, sem ela a vontade da carne é fazer com que Ele se ajuste aos nossos planos.

A transparência capacida outras pessoas a orarem por nós.
Pra Janete Pessoa

CAFÉ DA MANHÃ PARA A ALMA

Série Oração

A parte mais empolgante do nosso momento devocional é aquela em fazemos a oração da fé.

A oração da fé é a expressão verbal daquilo em que acreditamos, é proclamarmos que Deus pode realizar sua vontade e com certeza fará para atingir os Seus propósitos.

Esse tipo de oração é como agradecer a Deus por algo que Ele ainda vai fazer.

A oração da fé é poderosa.

Se orarmos com a motivação certa, de acordo com a vontade de Deus e seus propósitos, não buscando a realização de nossos desejos carnais, Deus responderá e operará maravilhas.
Pr Janete Pessoa

CAFÉ DA MANHÃ PARA A ALMA

Série Oração

Depois de ouvirmos a Deus, confessar nossos pecados, ler e meditar na Palavra e interceder pelos outros, aí é a hora de colocarmos diante de Deus nossas necessidades pessoais.

Precisamos colocar diante do Senhor todas as necessidades: físicas, emocionais e espirituais.

E com certeza deseja que o façamos com o coração puro.

Devemos orar com o desejo que a vontade de Deus seja feita, purificando nossa motivação, alinhando-a com os desejos Dele para nós.
No mundo espiritual, ter maturidade é possuir a fé de uma criança.

Quando nossa atitude é correta, nossas orações estão de acordo com a vontade Dele, com certeza receberemos suas bênçãos.

Embora Deus saiba de tudo o que precisamos é de todos os nossos sentimentos, Ele deseja que os apresentemos a Ele com sinceridade de coração.

Se não falarmos ao Senhor sobre tudo que nos diz respeito, estaremos impedindo que Ele nos abençoe.
Pra Janete Pessoa

A obra é assinada pelo artista plástico mineiro Lumumba Afroindígena, 40, com coautoria da arquiteta Francine Moura, 43

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No ano em que estátuas que homenageiam bandeirantes, colonizadores, escravocratas e figuras tidas como racistas foram questionadas e derrubadas, São Paulo coloca de pé um monumento que joga luz à história de Joaquim Pinto de Oliveira, arquiteto escravizado do século 18 conhecido como Tebas.

A obra é assinada pelo artista plástico mineiro Lumumba Afroindígena, 40, com coautoria da arquiteta Francine Moura, 43. O valor de R$ 171 mil foi custeado pela Secretaria Municipal de Cultura da cidade e a peça será entregue no dia 20 de novembro, em ato simbólico do Dia da Consciência Negra.

A inauguração oficial será no dia 5 de dezembro, durante a sexta edição da Jornada do Patrimônio – evento que resgata as memórias da capital e vai homenagear Tebas com outras intervenções artísticas.

A estátua é feita de aço inox, ferro e concreto aparente na base e busca retratar sua condição de escravizado, sua liberdade, o sucesso profissional e o seu apagamento histórico.

Ela ficará na praça Clóvis Bevilácqua, próxima à praça da Sé, entre as igrejas da Sé e do Carmo. Os dois templos tiveram intervenções do arquiteto. Foi trabalhando nelas que ele conseguiu, aos 57 anos, juntar dinheiro suficiente para pagar por sua alforria.

Tebas viveu entre 1721 e 1811. Trazido de Santos (SP), seu primeiro senhor foi o mestre pedreiro português Bento de Oliveira Lima, muito requisitado para fazer obras no centro paulistano.

Não demorou para que o negro que conhecia a arte da cantaria passasse a ser disputado para dar às fachadas dos templos católicos um ar mais requintado.

Seu trabalho tocou os três vértices da região do centro hoje chamada Triângulo Histórico: as sedes dos beneditinos, dos carmelitas e dos franciscanos.

Entre suas obras está também a reforma da antiga matriz da catedral da Sé –Lima a deixou inacabada ao morrer e Tebas concluiu o trabalho.

Ele trabalhou ainda na restauração do Mosteiro de São Bento entre 1766 e 1798 e tem como uma de suas obras mais importantes o Chafariz da Misericórdia, o primeiro da cidade. Construído em 1792, ele ficava onde hoje é o cruzamento das ruas Quintino Bocaiúva, Direita e Álvares Penteado. Pouco menos de cem anos depois, foi levado para o largo de Santa Cecília e posteriormente recolhido pela prefeitura.

Na Igreja da Ordem Terceira do Carmo, na av. Rangel Pestana, ainda é possível ver os arcos talhados por ele.

Seu apelido, Tebas, dá o tom de sua importância: significa “alguém de grande habilidade” em quimbundo, língua falada pelos negros bantos, trazidos da Angola, do Congo e de Moçambique, um dos grupos mais populosos de escravizados no Brasil.

Em março de 2018, ele foi considerado oficialmente arquiteto pelo sindicato estadual da categoria.

No ano passado, foi homenageado com uma das 25 primeiras placas do projeto Memória Paulistana, outra iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura que antecedeu a Jornada do Patrimônio. No evento, o ator Ailton Graça interpretou Tebas no Grande Cortejo, espetáculo que recontou parte da história da cidade a partir do Triângulo Histórico.

Neste ano, a jornada terá projeções de vídeos na Igreja do Carmo e uma instalação artística que simulará o chafariz de Tebas no Largo da Misericórdia. O evento terá ainda um bate-papo ao vivo com os artistas e criadores da obra, Lumumba Afroindígena e Francine Moreira, e a participação do jornalista Abílio Ferreira, organizador do livro “Tebas – Um Negro Arquiteto na São Paulo Escravocrata” (Abordagens).

O monumento também faz parte de outro pacote de ações antirracistas que teve início em julho com o projeto Vozes Contra o Racismo, que levou aos muros e ruas da capital grafites, filmes, fotografias e projeções sobre preconceito.

“Esse monumento simboliza uma nova postura do poder público para com as memórias apagadas na cidade que necessitam de atenção e reconhecimento”, afirma, em nota, a secretaria sob gestão de Bruno Covas (PSDB). “Trata-se de uma pauta internacional que objetiva valorizar personalidades negras apagadas da memória social e uma forma de enfrentamento do racismo estrutural que existe no Brasil e no mundo”, diz.

 

 

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cultura ao minuto

Este é provavelmente o maior valor pedido por uma pintura da artista numa feira.

 

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma pintura de Tarsila do Amaral estará à venda na feira online Tefaf Nova York por US$ 7 milhões, ou cerca de R$ 40 milhões. É a tela “Idílio”, de 1929, exibida pela galeria paulistana Bergamin e Gomide.

Este é provavelmente o maior valor pedido por uma pintura da artista numa feira – seus quadros disponíveis para venda são raros e, quando aparecem em eventos do tipo, costumam ser de uma fase mais tardia e bem menos valorizada.

Sócio da Bergamin e Gomide, Thiago Gomide conta que a peça é de um colecionador brasileiro que, temendo possíveis danos por deslocamentos, não queria que ela saísse do país a não ser depois de vendida. Como a Tefaf será online, a ocasião era ideal, continua o galerista.

Além de acontecer na internet, esta também será uma edição um pouco diferente do evento. Isso porque os participantes, que precisam submeter o que pretendem exibir ao crivo de um grupo de especialistas, só podem mostrar uma obra cada um nos seus estandes virtuais.

“Poder apresentar uma obra de uma mulher latina numa feira desta qualidade põe o Brasil numa posição e tanto. Seria uma obra ótima para um museu”, afirma Gomide.

O galerista diz acreditar que, além do famoso “Abaporu” do Malba (Museu de Arte Latino-Americano de Buenos Aires), hoje só três museus fora do país têm obras de Tarsila nas suas coleções – o russo Museu Hermitage, o francês Museu de Grenoble, e o MoMA, Museu de Arte Moderna de Nova York, que comprou “A Lua” numa transação estimada em R$ 75 milhões no ano passado.

“Idílio” mostra um casal abraçado, de costas, contemplando o horizonte em meio a uma paisagem de morros e plantas.

A pintura exibe formas arredondas e cores vibrantes que remetem a uma produção um pouco anterior de Tarsila, iniciada quando, de volta depois de uma temporada em Paris, ela rejeita o que aprendeu na Europa em nome de um contato mais intenso com o modo de viver brasileiro.

A Tefaf Nova York começa no próximo domingo (1º) e vai até 4 de novembro.

 

fonte:

cultura ao minuto