A Volkswagen do Brasil firmou um termo de ajustamento de conduta em que se compromete a pagar R$ 36,3 milhões a ex-funcionários da empresa, que foram perseguidos pela ditadura militar, que vigorou no Brasil de 1964 a 1985. O acordo foi divulgado pelo MPF (Ministério Público Federal), nesta 4ª feira (23.set.2020).

Segundo a instituição, o termo teve como objetivo encerrar 3 inquéritos abertos contra a Volkswagen. Os procedimentos investigavam denúncias de que ex-funcionários da empresa foram alvo de perseguições, por causa da orientação política que tinham. Documentos obtidos pelo MPF e pelos ministérios públicos de São Paulo e do Trabalho apontaram que a prática era incentivada pela companhia.

Há relatos de que os ex-empregados perseguidos foram vítimas de prisões e torturas ao longo do regime militar. Em nota, a empresa reconheceu os erros, que teriam sido cometidos por membros da área de segurança da companhia.

Hiltrud Werner, membro do Conselho de Administração da Volkswagen AG por Integridade e Assuntos Jurídicos, falou sobre o assunto. “Lamentamos as violações que ocorreram no passado. Estamos cientes de que é responsabilidade conjunta de todos os atores econômicos e da sociedade respeitar os direitos humanos e promover sua observância. Para a Volkswagen AG, é importante lidar com responsabilidade com esse capítulo negativo da história do Brasil é promover a transparência”, disse.

Dos R$ 36,5 milhões a serem pagos pela Volkswagen, R$ 16,8 milhões serão repassados à Associação dos Trabalhadores da Volkswagen – Associação Henrich Plagge. A entidade será responsável por encaminhar e dividir a quantia entre as vítimas ou herdeiros que ainda estiverem vivos.

 

fonte:

https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/volkswagen-vai-pagar-indeniza%c3%a7%c3%a3o-a-v%c3%adtimas-da-ditadura-no-brasil/ar-BB19mHDP

Ao lado de Bolsonaro, líderes de Rússia, Índia, China e África do Sul precisam também justificar por que são necessárias as reuniões anuais do bloco

    • BRASIL
    • Do R7

Com o objetivo de evitar temas embaraçosos diplomaticamente, começa nesta quarta-feira (13), em Brasília, a 11ª edição da cúpula dos Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O presidente Jair Bolsonaro teria sido aconselhado por assessores a evitar falar sobre a situação política da Bolívia no encontro. E Venezuela também é um assunto a ser deixado de lado.

Ele e integrantes de sua família e do governo brasileiro comemoraram a renúncia do ex-presidente boliviano Evo Morales no domingo (9), mas como os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e o da China, Xi Jinping, foram mais moderados ao abordar o assunto, a fala de Bolsonaro pode criar um clima desagradável.

Representantes dos Brics também são mais ponderados ao abordar a crise na Venezuela e não compactuam com as críticas que o presidente brasileiro faz à atuação da Organização das Nações Unidas (ONU).

Na quinta-feira (14), os cinco líderes discutirão temas definidos como prioritários pelo Brasil, anfitrião do evento: ciência, tecnologia e inovação; combate a ilícitos internacionais e o terrorismo; e cooperação em saúde.

Além disso, o encontro é uma chance de reforçar os laços comerciais do país com  China e Índia.

Outra possível saia justa é o posicionamento de Bolsonaro como forte aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O que pode ser mais um desconforto com Rússia e China, nações contra as quais os americanos têm divergências políticas e econômicas.

Para que serve o grupo?

Se no final da década anterior o grupo das nações emergentes se mostrava forte e buscava espaço em organismos como ONU e FMI (Fundo Monetário Internacional), o desafio agora parece ser arranjar justificativas para a manutenção do bloco.

Além dos muitos temas que devem ficar fora da pauta, a cúpula de 2019 também será esvaziada em comparação com as anteriores. No ano passado, na África do Sul, a reunião contou com a participação em discussões paralelas de 19 nações africanas, além de Argentina, Turquia e Jamaica. No próprio Brasil, em 2014, todos os líderes sul-americanos estiveram presentes.

Cúpula dos Brics vai reunir autoridades do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul em Brasília

    • POLÍTICA
    • Da Agência Brasil
  •  06/11/2019 

Para debater temas políticos e econômicos, o presidente Jair Bolsonaro receberá o presidente da China, Xi Jinping, na manhã de 13 de novembro, quarta-feira. À tarde, no mesmo dia, no Palácio do Planalto, ele receberá  os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e o primeiro ministro da índia, Narendra Modi.

Os quatro líderes políticos chegarão ao Brasil no dia 12 para participar da 11ª Cúpula do Brics, grupo de países integrado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul. No dia 13, os líderes visitantes participarão do encerramento do Fórum Empresarial do Brics, que reunirá 500 empresários, e à noite serão homenageados com jantar no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

Cúpula

A maior parte da programação do Brics ocorrerá na quinta-feira (14). Haverá um encontro dos líderes do Brasil, da China, Índia, África do Sul e Rússia com os empresários que compõem o conselho da organização e também com a diretoria do Novo Banco de Desenvolvimento, a instituição financeira fundada pelo Brics. Às 13h, haverá o almoço de encerramento da cúpula no Palácio do Itamaraty.

O grande tema a ser discutido na Cúpula do Brics será a cooperação a ser feita entre o Brasil, China, Índia, África do Sul e Rússia na área de ciência, tecnologia e inovação. “A agenda é densa e substantiva”, disse o secretário de Comércio Exterior e Assuntos Econômicos do Itamaraty, embaixador Norberto Moretti.

O tema, segundo o diplomata, constará da Declaração dos Líderes, que será divulgada no encerramento do evento no dia 14, documento que abrirá aos países oportunidades de cooperação para o desenvolvimento de parques tecnológicos e incubadoras e a formação de pesquisadores.

Também constarão da declaração a cooperação dos cinco países no combate à corrupção e ao terrorismo, intercâmbio de boas práticas e desenvolvimento de medicamentos contra a tuberculose. Haverá ainda um item dedicado ao aleitamento humano, como prevenção de enfermidades.

O Cebrics (Conselho Empresarial do Brics) foi criado em 2013 na 5ª Cúpula do bloco em Durban, na África do Sul. Constituído para fortalecer e promover os laços econômicos, comerciais, de negócios e investimentos entre as comunidades empresariais dos países que compõem o grupo, o conselho tem também a missão de assegurar o diálogo regular entre os setores empresariais e os governos, além de identificar os problemas e gargalos no âmbito de comércio e investimentos nas suas relações.

Composto por 25 membros e assessorado por nove grupos de trabalho que atuam em uma instância de consulta, o conselho tem como missão assegurar que as principais prioridades do setor privado sejam efetivamente comunicadas aos líderes do governo no Brics durante a cúpula.

Com Folhapress | 08/10/19

A reportagem da Folha apurou que análises feitas pela Petrobras apontaram a Venezuela como provável origem do petróleo que aparece nas praias do Nordeste desde o início de setembro. A estatal realizou uma série de testes bioquímicos em amostras coletadas nas praias e, oficialmente, afirmou apenas que não era óleo produzido no Brasil.

Em relatório sigiloso ao Ibama, porém, a estatal enviou resultado de análise comparativa com o petróleo venezuelano, que tem características diferentes das encontradas no brasileiro. A conclusão reforça a suspeita de que o óleo que chegou às praias do Nordeste tenha vazado de algum navio.

A declaração feita pelo presidente Jair Bolsonaro nessa segunda (07) reforça um diagnóstico divulgado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) no fim de setembro, quando o órgão informou que o óleo não era brasileiro. “Nós estamos investigando, analisando, porque tem um DNA. Por exemplo, não é produzido em nenhum poço brasileiro. E não é comercializado de fora para cá esse tipo de óleo também”, afirmou.

“Então, [temos] uma certeza: não é do Brasil. Não é responsabilidade nossa. A análise continua para saber se a gente consegue detectar de que país é, de onde veio, qual navio petroleiro que derramou esse óleo lá?”

O presidente não descartou ainda a possibilidade de que o Brasil peça indenização caso seja detectada a origem do óleo, mas disse que isso está sendo tratado pelo ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente). “Logicamente, aí entra nessa legislação ambiental, que o ministro do Meio Ambiente, que está agora na região, está voando para cá, ele poderá informar melhor vocês sobre isso.”

Bolsonaro disse que a causa do vazamento não é conhecida, deixando em aberto a possibilidade de ser algo criminoso ou acidental.

Para o presidente, seria “natural” que o comandante de um navio avisasse em caso de vazamento, mas lamentou que nada tenha sido comunicado às autoridades brasileiras. Ele afirmou também que há um impacto negativo dos vazamentos para o turismo na região.

No começo de setembro, manchas de óleo começaram a aparecer em praias do Nordeste. De lá para cá, as manchas foram identificadas em pelo menos 132 locais de 61 municípios em 9 estados: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

Entre as praias atingidas estão alguns dos destinos turísticos mais famosos do Nordeste, como Pipa e Natal (RN), Carneiros, Porto de Galinhas e Boa Viagem (PE), e João Pessoa (PB). Ontem, o petróleo chegou à Foz do Rio São Francisco, em Alagoas.

A fauna também foi afetada pela presença do óleo. Foram encontradas mortas nove tartarugas marinhas e uma ave (Bobo-pequeno). Outras seis tartarugas foram resgatadas com vida.

As primeiras manchas apareceram no dia 2 de setembro em Pernambuco. Desde então, o CPRH (Agência Estadual de Meio Ambiente) está investigando em conjunto com a UEPE (Universidade Estadual de Pernambuco) a origem do petróleo.

A hipótese é que o produto tenha sido descartado de forma ilegal em alto-mar há mais de um mês. O ICMBio e a Marinha estão investigando o caso.

Eduardo Elvino, diretor de controle de fontes poluidoras da CPRH que estuda o problema desde o início em parceria com a UFPE, diz que será possível dizer com precisão onde ocorreu o vazamento ou o descarte do óleo dentro de no máximo 20 dias, o que poderá indicar qual foi a embarcação responsável.

Veja o mapa mais atualizado de registros de manchas no litoral do Nordeste:

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

01/08/2019 


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (31), após encontro com o com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur L. Ross Jr, que o Brasil iniciou oficialmente as negociações para o fechamento de um acordo comercial com os Estados Unidos.

Antes do encontro com Guedes, Ross foi recebido em audiência pelo presidente Jair Bolsonaro. As tratativas com os Estados Unidos se iniciaram depois que o Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) fecharam em junho, após 20 anos de conversas, um acordo de livre comércio com a União Europeia.

“Ficou amarrado o seguinte: o que era só um pensamento, agora já estamos oficialmente começando as negociações com os Estados Unidos”, declarou Paulo Guedes.

Segundo ele, ao final da reunião, Ross disse que o acordo é desejo dos EUA.

“Quando terminamos [a reunião com Wilbur L. Ross Jr], nosso secretário perguntou: ‘Oficialmente estamos em negociações?’ E a resposta foi: ‘Certamente. Nós [Estados Unidos] queremos isso'”, declarou o ministro da Economia.

Guedes afirmou que o objetivo do governo brasileiro é fechar uma “aliança estratégica” com os Estados Unidos, algo que seria mais profundo que um acordo comercial.

Em janeiro, durante visita ao Brasil do presidente argentino Mauricio Macri, as chancelarias dos dois países discutiram a possibilidade de flexibilizar uma regra do Mercosul que proíbe integrantes do bloco e negociar individualmente acordos de livre comércio com outros países.

Por essa regra, os membros do Mercosul ficam impedidos de negociar tarifas comerciais de forma bilateral com outros países. Mas, para outras iniciativas (investimento, serviços, compras governamentais, segurança, defesa, facilitação de comércio, acordo de proteção de investimentos, fim da bitributação), não é necessária a consulta ao bloco.

“Existe uma decisão brasileira de maior integração e ela se faz em vários planos. No plano regional, quando alia o Mercosul não em torno de uma ideologia, mas em torno de uma integração competitiva, de uma economia de mercado”, declarou Guedes.

Segundo o ministro, os eventuais ganhos de um acordo com os Estados Unidos seriam integração, aumento do fluxo de comércio, investimentos, absorção de tecnologia e fusões de empresas.

“Os ganhos são tão grandes que, quando a gente vê os obstáculos… Precisa ver que há interesses que podem ser contornados”, declarou.

Trump

Nesta terça-feira (30), o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que quer seguir em frente com um acordo de livre comércio com o Brasil.

Falando a repórteres na Casa Branca, ele afirmou que tem um bom relacionamento com Brasil e com o presidente Jair Bolsonaro.

“Eu tenho um ótimo relacionamento com o Brasil. Eu tenho um relacionamento fantástico com o seu presidente. Ele é um grande cavalheiro. Dizem que ele é o Trump do Brasil. Eu gosto disso, é um elogio. Eu acho que ele está fazendo um ótimo trabalho. É um trabalho duro, mas acho que seu presidente está fazendo um trabalho fantástico. Ele é um homem maravilhoso com uma família maravilhosa”, disse Trump, na ocasião.

Por G1

28/06/2019 04h39  Atualizado há uma hora


O presidente Jair Bolsonaro se reuniu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta sexta-feira (28), em Osaka no Japão, três meses após visita oficial aos EUA.

Os chefes de governo discutiram mais sanções econômicas tanto para Venezuela como para Cuba, de acordo com declaração à TV Globo de Eduardo Bolsonaro, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Trump voltou a dizer “que todas as opções estão na mesa” quando discutiu a situação venezuelana.

O porta-voz da presidência, Rego Barros, afirmou que os governos dos EUA e do Brasil compreendem que “é por meio da pressão econômica que nós vamos conseguir viabilizar a democracia na Venezuela”.

De acordo com o porta-voz, os dois países podem analisar ações que levem à “desidratação” dos apoiadores que possam dar algum suporte financeiro ao governo de Nicolás Maduro. Barros explicou ainda que, entre os apoiadores da Venezuela, “obviamente, nós não podemos deixar de identificar Cuba”.

No entanto, Barros não deu detalhes de medidas concretas que podem ser tomadas contra os dois países.

Troca de elogios

“Sempre o admirei desde antes das eleições. Temos muita coisa em comum. Somos dois líderes de países que, juntos, podemos fazer muito por seus pobres. Estamos à disposição para conversar com Trump, de modo que possamos fazer parcerias. Gosto muito do povo americano. A política do Brasil mudou de verdade. Nos interessa e temos o prazer de nos aproximar dos Estados Unidos”, disse Bolsonaro, durante encontro que reuniu delegações dos dois países.

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Bolsonaro manifestou apoio a Trump na sua tentativa de reeleição e o convidou para visitar o Brasil mesmo antes do pleito. “Espero que nos visite antes das eleições, se for possível”.

O presidente americano respondeu que pretende visitar o Brasil, mas não chegou a marcar uma data.

“Você tem ativos que alguns países nem conseguem imaginar. É um tremendo país, com uma população tremenda, então estou entusiasmado para ir”, afirmou.

Espanha

Bolsonaro também se encontrou com o presidente espanhol, Pedro Sánchez, e se pronunciou no Twitter sobre a prisão de um sargento brasileiro da aeronáutica com 39 kg de cocaína no aeroporto de Sevilha, na Espanha. “Aproveitei para agradecê-lo pelo modo como as autoridades espanholas estão lidando com o caso dos entorpecentes apreendidos em avião da FAB e reafirmei minha defesa por punição severa para o tráfico”.

OCDE

No início da cúpula do G20, Bolsonaro se encontrou com o secretário-Geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o mexicano José Ángel Gurría Treviño. A OCDE conta com 36 países e o Brasil quer se tornar um novo membro.

Após audiência com Treviño, o presidente brasileiro diz que conversou “sobre os próximos passos para uma relação ainda mais forte com a organização” e que o mexicano mostrou “entusiasmo” com a agenda brasileira de reformas. Mas também ouviu que é preciso respeitar uma fila que tem na espera, entre outros, Argentina e Romênia.

Depois, Bolsonaro se encontrou rapidamente com o presidente da França, Emmanuel Macron. Na conversa, o presidente brasileiro sinalizou a Macron que o Brasil vai continuar no Acordo do Clima de Paris e disse esperar o apoio da França para o acordo de livre comércio da União Europeia com o Mercosul.

A posição do presidente brasileiro reforça o compromisso firmado pelos Brics mais cedo.

Por G1

27/06/2019


Começa nesta quinta-feira (27) – manhã de sexta-feira (28) no horário local – o encontro do G20 em Osaka, no Japão. A cúpula vai reunir líderes das maiores economias do mundo, e deve ser marcada por discussões sobre conflitos comerciais globais, especialmente em meio às negociações entre China e Estados Unidos em torno da guerra comercial. O encontro, que vai até este sábado (29), deve ter ainda conversas sobre tensões entre EUA e Irã e o acordo entre Mercosul e UE.

Esta será a primeira vez em sete meses que os presidentes dos EUA e China, Donald Trump e Xi Jinping, se encontram. A última reunião ocorreu na edição anterior do encontro do G20, em Buenos Aires. Na ocasião, os líderes dos dois países chegaram a acertar uma trégua, mas meses depois as negociações foram interrompidas. Enquanto isso, os desdobramentos da disputa comercial seguem gerando preocupações sobre o impacto na economia global.

Donald Trump dá entrevista a jornalistas na Casa Branca, em Washington, nesta quarta-feira (26) — Foto: Jonathan Ernst/Reuters

Donald Trump dá entrevista a jornalistas na Casa Branca, em Washington, nesta quarta-feira (26) — Foto: Jonathan Ernst/Reuters

Na quarta-feira (26), Trump afirmou ser “absolutamente possível” chegar a um acordo com a China para evitar a imposição das tarifas ameaçadas sobre os produtos chineses. No entanto, o presidente também afirmou: “mas eu também estou bem feliz com onde estamos agora.”

O encontro entre Trump e Xi Jinping também acontece em meio a discussões sobre o programa nuclear da Coreia do Norte. O presidente chinês fez uma visita recente à Coreia do Norte, em uma demonstração aos EUA de que a China continua sendo um aliado do regime de Pyongyang. Depois do G20, Trump visitará a Coreia do Sul para abordar a questão do programa nuclear norte-coreano com o presidente Moon Jae-in.

Kim Jong-un e Xi Jinping se cumprimentam no aeroporto de Pyongyang, na Coreia do Norte — Foto: KCNA via Reuters

Kim Jong-un e Xi Jinping se cumprimentam no aeroporto de Pyongyang, na Coreia do Norte — Foto: KCNA via Reuters

Além da guerra comercial, os EUA também estarão sob as atenções dos demais participantes por causa das recentes tensões envolvendo o Irã. Os conflitos envolvendo os dois países já duram décadas, mas nos últimos dias as tensões ganharam força com uma série de ameaças de um conflito armado. Trump chegou a ordenar bombardeios depois de o Irã ter anunciado a derrubada de um drone dos EUA. O presidente americano, no entanto, recuou em cima da hora.

Participação do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão, durante a transmissão de cargo, na Base Aérea de Brasília — Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão, durante a transmissão de cargo, na Base Aérea de Brasília — Foto: Alan Santos/PR

Essa será a primeira participação de Jair Bolsonaro na cúpula do G20 como presidente do Brasil. Ele embarcou na noite de terça-feira (25)para Osaka, e a previsão é que chegue à cidade na quinta (27). Bolsonaro deve participar de encontros com os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, da França, Emmanuel Macron, e da China, Xi Jinping.

O presidente também deve ter reuniões com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman (apontado por relatório da ONU como responsável pela morte do jornalista Jamal Khashoggi); com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe; e com primeiro-ministro de Singapura, Lee Hsien-Loong.

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que quer conversar com Bolsonaro sobre o desmatamento no Brasil.

“Vejo com grande preocupação a questão das ações do presidente brasileiro (em relação ao desmatamento) e, se ela se apresentar, aproveitarei a oportunidade no G20 para ter uma discussão clara com ele”, afirmou.

Chanceler alemã, Angela Merkel — Foto: Hannibal Hanschke/ Reuters

Chanceler alemã, Angela Merkel — Foto: Hannibal Hanschke/ Reuters

Bolsonaro também deve ter uma audiência na sexta-feira com o secretário-geral da OCDE, José Angel Gurría Treviño. O Brasil tenta integrar o grupo, apelidado de “clube dos ricos”, e conta com o apoio dos Estados Unidos. O presidente também deverá participar de um encontro do Grupo de Lima, que pressiona pelo restabelecimento da democracia na Venezuela.

Ainda entre os temas que envolvem diretamente o Brasil, a expectativa é que seja discutido o acordo comercial entre os países do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai) e a União Europeia (UE). O assunto deve ser pauta da reunião entre o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, com o presidente da Argentina, Mauricio Macri, que ocupa temporariamente a presidência do Mercosul.

Entre os pontos que ainda precisam ser solucionados, estão as cotas de exportação de produtos como carne e açúcar e, de modo geral, as dúvidas de países como a França, que temem que o acordo de livre comércio prejudique seus agricultores.

O texto também enfrenta a divisão entre países europeus, com países reticentes e outros que desejam um acordo o mais rápido possível, como Alemanha e Espanha.

Mulheres do grupo ‘Obachaaan’, com cantoras de meia idade, dançam para dar boas vindas a líderes que irão participar do G20 em Osaka — Foto: Jorge Silva/Reuters

Mulheres do grupo ‘Obachaaan’, com cantoras de meia idade, dançam para dar boas vindas a líderes que irão participar do G20 em Osaka — Foto: Jorge Silva/Reuters

Manifestantes protestam contra o projeto de reforma da Previdência apresentado pelo governo. Parecer do relator foi lido na quinta-feira (13)

    • BRASIL
    • Giuliana Saringer, do R7
  •  14/06/2019 

O parecer da reforma foi apresentado pelo relator, Samuel Moreira, na quinta-feira (13) em sessão na Comissão Especial da Reforma da Previdência.

Rio Grande do Sul

Em Porto Alegre, o metrô não está funcionando, mas os ônibus circulam normalmente.

Houve bloqueio em rodovias, como os dois sentidos da ERS-122 entre Caxias do Sul e Farroupilha, na Serra. Neste local, manifestantes trancam trânsito por 10 minutos e depois liberam por 20 minutos.

Em Pelotas, as manifestações começaram por volta das 4h e a previsão é de que haja protestos no início da tarde. A previsão é de que os manifestantes se concentrem às 14h no Mercado Público e, em seguida, caminhada no centro de Pelotas.

Paraná

Em Curitiba, ônibus bloquearam ruas e garagens de empresas de transportes durante a manhã. Segundo o Sindimoc (Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana), 40% da frota amanheceu parada em Curitiba e 25% na Grande Curitiba.

Espírito Santo

No centro de Vitória, manifestantes interditaram o trânsito nos dois sentidos. Já na Terceira Ponte, duas vias foram fechadas logo no começo da manhã.

Distrito Federal

metrô do Distrito Federal, de greve há 42 dias, está rodando com 70% dos trens em horário de pico e 30% fora dele. Também foi observada alta quantidade de ônibus e vans na rua fazendo transporte pirata.

A passagem neste tipo de transporte chega a R$ 10 em algumas lotações.

Por causa das dificuldades com os transportes, observa-se grande quantidade de veículos nas ruas, bem como o aumento de pequenos acidentes.

Paraíba

Em João Pessoa, os moradores enfrentam problemas no trânsito com ruas interditadas.

Pneus estão sendo queimados e os manifestantes usam veículos para também impedir a passagem do trânsito.

São Paulo

Metrô em São Paulo opera parcialmente Roberto Casimiro / Estadão Conteúdo / 14.06.2019
Metrô em São Paulo opera parcialmente
Roberto Casimiro / Estadão Conteúdo / 14.06.2019

sistema municipal de transporte público opera com 100% das 1.207 linhas previstas para a faixa horária das 6h, segundo a SPTrans, com 97% da frota de veículos em operação. Os 29 terminais municipais estão com operação de ônibus. Apesar da paralisação prevista para hoje contra a Reforma da Previdência, segundo a SPTrans, nenhuma operadora tem interrupção na saída da frota.

Técnicos estão nas ruas desde a madrugada, monitorando a operação do transporte público e orientando passageiros nos terminais e pontos estratégicos da cidade. De acordo com a SPTrans, houve o prolongamento e criação de linhas e reforço da frota.

Alagoas

Protestos em ruas e avenidas de Maceió impedem a circulação de veículos. Em Bebedouro, integrantes do Sinteal (Sindicato dos Trabalhadores na Educação) fecharam a Avenida Major Cícero de Góes Monteiro, em frente à Praça Lucena Maranhão, impedindo a passagem de veículos.

Há bloqueio na Avenida Cachoeira do Meirim, no Benedito Bentes; na saída de Satuba em direção a Maceió; na BR-424, em Pilar; e há previsão de protesto para a Avenida Durval de Góes Monteiro, em frente ao Makro.

A ponte Divaldo Suruagy, que liga a Capital a Marechal Deodoro, e a entrada do Porto de Maceió foram fechadas no início da manhã, mas logo foram liberadas, com a ação da polícia.

Rio de Janeiro

Segundo a Metrô Rio, as linhas 1, 2 e 4 do metrô carioca funcionam normalmente na manhã desta sexta. Os trens da SuperVia também operam normalmente.

Bahia

O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) realizou o fechamento da BR 235-Casa Nova, com cerca de 200 pessoas.

O metrô opera normalmente em Salvador desde às 5h. Já os ônibus não operam nesta sexta. Como a frota convencional não está nas ruas, a prefeitura de Salvador autorizou a circulação do transporte escolar e do sistema complementar.

Santa Catarina

A prefeitura de Florianópolis disponibilizou 300 veículos e micro-ônibus nesta sexta para auxiliar a população da cidade. Os carros sairam a partir das 5h30 dos bairros e percorrer as principais vias de cada região, parando nos pontos de ônibus. 

Em Blumenau, os corredores de ônibus, com exceção do contrafluxo da Rua Dois de Setembro, foram liberados aos demais veículos das 3h30 às 8h.

Rio Grande do Norte

A Prefeitura de Natal informa que todas as empresas estão com ônibus em circulação, mas com frota reduzida.

Minas Gerais

O metrô de Belo Horizonte está totalmente parado. Além disso, algumas rodovias de Minas Gerais estão bloqueadas nesta sexta-feira (14). Outros serviços estão funcionando parcialmente, entre eles escolas e hospitais, mas balanços ainda não foram divulgados oficialmente.

Por G1

Manifestações em apoio a Jair Bolsonaro e propostas do governo ocorrem pelo país

Manifestações em apoio a Jair Bolsonaro e propostas do governo ocorrem pelo país

Ao menos 156 cidades em 26 estados e no Distrito Federal tiveram protestos entre a manhã e a tarde deste domingo (26) em defesa do presidente Jair Bolsonaro e de medidas do governo, como a reforma da Previdência e o pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.

As convocações ganharam força após os protestos em defesa da educação do último dia 15, contra os cortes anunciados pelo governopara os ensinos superior e técnico federais.

Grupos de manifestantes saíram em passeatas e carreatas a partir desta manhã levando bandeiras do Brasil e faixas com frases de apoio a propostas apresentadas pelo governo de Bolsonaro. Até a última atualização desta reportagem, os atos eram pacíficos.

Os protestos também apoiavam a reforma ministerial do governo Bolsonaro, com redução de 29 para 22 no número de ministérios. Houve, ainda, grupo de manifestantes no Rio de Janeiro que pedia o fechamento do Congresso, o que é ilegal, inconstitucional e contra a democracia.

Bolsonaro fala em ‘recado’ para quem temia ‘velha política’

Neste domingo, por volta de 20h40, 156 cidades em todos os 26 estados e no Distrito Federal tinham tido protestos. No dia das manifestações em defesa da educação, às 19h30, 222 cidades de todos os 26 estados e do Distrito Federal tinham registrado atos.

Ao participar de culto no Rio de Janeiro ainda durante a manhã deste domingo, o presidente Jair Bolsonaro disse que as manifestações pró-governo são um “recado” aos que “teimam com velhas práticas” e, segundo afirmou, não permitem que o “povo se liberte”. O presidente disse que a manifestação era “espontânea”, tinha pauta definida e respeitou leis e instituições.

Rio de Janeiro

RIO DE JANEIRO, 10h07: Manifestantes fazem ato pró-Bolsonaro em Copacabana — Foto: Reprodução / TV Globo

RIO DE JANEIRO, 10h07: Manifestantes fazem ato pró-Bolsonaro em Copacabana — Foto: Reprodução / TV Globo

No Rio, o ato se concentrou na Avenida Atlântica, na orla de Copacabana. Manifestantes usavam, principalmente, roupas com cores verde e amarelo e carregavam bandeiras do Brasil. Vários carros de som se concentraram em dois pontos: na altura do Posto 5 e em frente à Rua Xavier da Silveira.

Por volta de 11h30, o ato se espalhava por sete quarteirões, com dois quarteirões cheios em cada extremo e com três mais espaçados entre eles, da Rua Sá Ferreira até perto da Rua Barão de Ipanema.

Parte dos manifestantes pedia o fechamento do Congresso, o que é ilegal, inconstitucional e viola a democracia.

No sul do estado do Rio de Janeiro, ao menos três cidades também tiveram protestos: Resende, Volta Redonda, Três Rios e Barra Mansa.

Em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, os manifestantes se reuniram em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário. Também aconteceram atos em Macaé, em Saquarema, em São Pedro da Aldeia, em Iguaba Grande e em Casimiro de Abreu.

A cidade de São Pedro também contou com ato, mas organizadores e PM ainda não divulgaram estimativas.

Em Petrópolis, organizadores estimam cerca de 1,5 mil pessoas. Ainda na Região Serrana, aconteceram atos em Nova Friburgo e em Teresópolis.

Distrito Federal

BRASÍLIA, 10h34: Manifestantes se reúnem em frente ao gramado do Congresso Nacional — Foto: Fernanda Calgaro/G1

BRASÍLIA, 10h34: Manifestantes se reúnem em frente ao gramado do Congresso Nacional — Foto: Fernanda Calgaro/G1

Em Brasília, por volta das 9h, parte do grupo se concentrava no Museu da República, na região central da capital. Outra parte foi para o gramado do Congresso Nacional. Segundo a Polícia Militar do DF, cerca de 20 mil pessoas participaram.

São Paulo

SÃO PAULO - 14h08: Manifestantes fazem ato de apoio ao governo Bolsonaro na Avenida Paulista — Foto: GloboNews/Reprodução

SÃO PAULO – 14h08: Manifestantes fazem ato de apoio ao governo Bolsonaro na Avenida Paulista — Foto: GloboNews/Reprodução

Na Avenida Paulista, região central de São Paulo, os manifestantes começaram a se reunir no início desta tarde nas proximidades do prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Ao menos cinco carros de som foram levados para o ato.

No interior do estado, manifestantes de Campinas protestaram no Largo do Rosário, na região central. A organização estimou 5 mil participantes, enquanto a PM calculou 3 mil.

Manifestações aconteceram também em Indaiatuba, Sumaré e Americana.

Em Sorocaba, o ato ocorreu em frente à Prefeitura da cidade com cerca de 1 mil pessoas, de acordo com a organização. A PM estima 400. Itu também teve manifestação.

Em São Carlos, os manifestantes se reuniram na praça do Mercadão. Segundo a organização do evento, por volta das 10h30 cerca de 500 pessoas participavam do ato. Já a Polícia Militar calculou cerca de 300.

Em Bauru, a manifestação teve cerca de 3 mil pessoas, segundo a polícia, e 5 mil segundo os manifestantes.

Em São José do Rio Preto, os manifestantes se reuniram em frente ao Mercado Municipal, no centro da cidade. Segundo os organizadores, 1,5 mil pessoas participaram do ato. Segundo a PM, 1 mil pessoas participaram. Houve protestos também em Fernandópolis.

Em Araçatuba, 1 mil pessoas participaram do ato, segundo a organização e PM. Também houve manifestações em Birigui, em Votuporanga e em Jales.

Em Mogi das Cruzes, o grupo começou a se reunir às 10h na Avenida Cívica. Os manifestantes se revezaram em discurso no microfone com palavras de apoio a Bolsonaro e às medidas do governo. De acordo com a Polícia Militar eram cerca de 200 pessoas. Segundo a organização, o número de participantes variava entre 250 e 300 pessoas.

Em Piracicaba, manifestantes se reuniram no Centro. Havia um carro de som, vários cartazes e camisetas nas cores da bandeira do Brasil. Às 11h35, organizadores e Guarda Municipal estimavam adesão de pelo menos 2,3 mil pessoas.

Em Jundiaí, moradores se reuniram no pontilhão da Avenida Nove de Julho. Segundo a organização, aproximadamente 1 mil pessoas estiveram no local. A PM estimou 300 pessoas.

RIBEIRÃO PRETO, 11h50: manifestantes fazem ato em apoio ao governo Bolsonaro em Ribeirão Preto neste domingo (26) — Foto: Ariane Lima/EPTV

RIBEIRÃO PRETO, 11h50: manifestantes fazem ato em apoio ao governo Bolsonaro em Ribeirão Preto neste domingo (26) — Foto: Ariane Lima/EPTV

Na região central de Ribeirão Preto, a Polícia Militar estimou uma adesão de 6 mil pessoas ao movimento e os organizadores, de 7 mil manifestantes. A dispersão ocorreu por volta das 11h45.

No Vale do Paraíba, estiveram presentes cerca de 1,5 mil pessoas em ato de São José dos Campos. A PM informou o número de manifestantes. Manifestações também aconteceram em Taubaté e em Jacareí.

Cerca de 500 pessoas foram ao Parque do Povo de Presidente Prudente para participar da manifestação, segundo organizadores. Também houve protesto em Ilha Solteira, Araras, Araraquara, Pirassununga, Rio Claro, São João da Boa Vista, Marília e Santa Cruz do Rio Pardo.

Em Jaú, organizadores estimam 1,2 mil participantes. PM não estimou número de manifestantes, mas contou 40 caminhões e 70 veículos. Assis também teve ato, assim como Limeira.

Santos contou com ato com cerca de 5 mil pessoas, de acordo com organizadores. Para a PM, eram cerca de 1 mil. Praia Grande, Guarujá e Registro também tiveram manifestações.

Também houve atos em Itapetininga, Itapeva, Tatuí e Avaré.

Bahia

SALVADOR, 10H52: Grupo realiza manifestação no Farol da Barra neste domingo (26) — Foto: Itana Alencar/G1SALVADOR, 10H52: Grupo realiza manifestação no Farol da Barra neste domingo (26) — Foto: Itana Alencar/G1

Em Salvador, o ato teve início por volta das 10h no Farol da Barra, e o grupo começou a se dispersar às 11h40. Os manifestantes cantaram o hino nacional e gritaram palavras de ordem, com pedidos de “avança, Brasil”. A organização e a Polícia Militar não divulgaram estimativa de público.

Também houve ato em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros da capital baiana, e em Itabuna, no sul do estado.

O estado também teve atos em Juazeiro Camaçari, em Vitória da Conquista, em Porto Seguro, em Eunápolis, em Sobral e em Luís Eduardo Magalhães.

Minas Gerais

BELO HORIZONTE, 11h10: Belo Horizonte tem ato em apoio ao governo Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Aluisio Marques/TV Globo

BELO HORIZONTE, 11h10: Belo Horizonte tem ato em apoio ao governo Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Aluisio Marques/TV Globo

Em Belo Horizonte, a concentração do protesto começou por volta das 10h, na Praça da Liberdade, na região Centro-Sul da capital. Organizadores estimam que 35 mil pessoas tenham participado do ato, mas a PM não divulgou números.

Em Uberaba, na região do Triângulo Mineiro, cerca de 400 pessoas participavam do ato no fim da manhã, segundo organizadores. A Polícia Militar não fez estimativa de público.

Também houve protestos em Ipatinga, Timóteo e Governador Valadares, no Leste de Minas.

No Sul do estado, houve atos em Varginha, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Itajubá e Lavras.

Em Montes Claros, o ato na área central da cidade reuniu cerca de 500 pessoas, segundo a PM. Os organizadores não divulgaram números.

Organizadores do ato em Juiz de Fora informaram que cerca de 10 mil manifestantes compareceram. A PM não divulgou números.

Em Alfenas, manifestantes se reuniram na Praça Central e depois saíram em carreata pela cidade. Nem a organização, nem a Polícia Militar informaram números.

Pará

BELÉM, 10h22 : Ato pró-bolsonaro chega à avenida Nazaré no centro de Belém — Foto: Fabiano Villella / TV Liberal

BELÉM, 10h22 : Ato pró-bolsonaro chega à avenida Nazaré no centro de Belém — Foto: Fabiano Villella / TV Liberal

Em Belém, manifestantes caminhavam pela Avenida Presidente Vargas. A coordenação do evento afirmou que, ao final do ato, às 12h, cerca de 50 mil pessoas participaram. A Polícia Militar estima que às 10h55 o ato tenha reunido cerca de 3 mil pessoas.

Maranhão

SÃO LUÍS: 11h55. Manifestantes fazem passeata neste domingo (26) em apoio ao governo Bolsonaro na Avenida Litorânea — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante

SÃO LUÍS: 11h55. Manifestantes fazem passeata neste domingo (26) em apoio ao governo Bolsonaro na Avenida Litorânea — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante

Em São Luís, manifestantes se reuniram na Avenida Litorânea. De acordo com os manifestantes, mais de 1 mil pessoas participaram do ato. A PM não divulgou estimativa. Também houve manifestação em Imperatriz.

Pernambuco

Em Recife, de acordo com a organização do evento por volta das 15h50 havia cerca de 65 mil pessoas participando. A PM não divulga estimativa de participantes em manifestações de rua. Ao menos seis trios elétricos acompanham os manifestantes.

Em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, o grupo se concentrou em frente ao Polo Cultural (antiga Estação Ferroviária), no Centro. Não há informações sobre a quantidade de pessoas. Houve protestos também em Petrolina.

Alagoas

Maceió, 11h: Manifestantes cantam hino nacional na Praça Vera Arruda — Foto: Magda Ataíde/G1

Maceió, 11h: Manifestantes cantam hino nacional na Praça Vera Arruda — Foto: Magda Ataíde/G1

Em Alagoas, manifestantes percorreram a orla de Maceió. Segundo a organização, às 12h, cerca de 20 mil pessoas estavam na manifestação. A PM não acompanhou. O estado também teve ato em Arapiraca.

Mato Grosso

Protesto a favor de medidas propostas pelo governo federal em Barra do Garças. — Foto: Ivan de Jesus/Centro América FM

Protesto a favor de medidas propostas pelo governo federal em Barra do Garças. — Foto: Ivan de Jesus/Centro América FM

Em Cuiabá, manifestantes fizeram carreata pela cidade, mas não há estimativa de participantes. Houve protesto também em Rondonópolis.

O estado também teve atos em Tangará da Serra, Barra do Garças e Sorriso.

Paraná

FOZ DO IGUAÇU, 11h: Manifestantes se reúnem na Praça do Mitre — Foto: Renan Gouveia/RPC

FOZ DO IGUAÇU, 11h: Manifestantes se reúnem na Praça do Mitre — Foto: Renan Gouveia/RPC

Em Curitiba, organizadores estimam que cerca de 15 mil pessoas se reuniram na Praça Santos Andrade. A PM não fará contagem.

Em Foz do Iguaçu, região Oeste do estado, manifestantes usaram dois caminhões que eram utilizados pelo Exército na década de 70 e agora pertencem a um colecionador. A organização estimou a participação de 2,5 mil pessoas.

Em Cascavel, também no oeste do estado, o protesto foi realizado na frente da Catedral de Cascavel. Os organizadores estimam que 15 mil pessoas participaram da manifestação. A Polícia Militar fala em 1,5 mil manifestantes.

Guarapuava, Ponta Grossa e Umuarama também contam com manifestações. Também houve ato em Londrina e em Maringá.

Acre

CRUZEIRO DO SUL, 09H34h: Cerca de 30 manifestantes se reúnem na Praça Orleir Cameli neste domingo (26), segundo a organização do ato — Foto: Mazinho Rogério/G1

CRUZEIRO DO SUL, 09H34h: Cerca de 30 manifestantes se reúnem na Praça Orleir Cameli neste domingo (26), segundo a organização do ato — Foto: Mazinho Rogério/G1

Na capital do Acre, Rio Branco, manifestantes começaram a concentração em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro da cidade. A organização não soube precisar quantas pessoas participam do ato, por conta da rotatividade. A Polícia Militar acompanhou a manifestação, mas informou que não faz mais estimativa de público.

O município de Cruzeiro do Sul também teve manifestação, com cerca de 30 pessoas, segundo a organização. A Polícia Militar não acompanhou.

Santa Catarina

Em Florianópolis, as mediações da Praça XV de Novembro foram fechadas para a realização da manifestação, que contou com 10 mil pessoas, de acordo com organizadores. A PM estima 9 mil.

Em Balneário Camboriú, a Praça Almirante Tamandaré foi o ponto de encontro dos participantes. A Guarda Municipal informou que pelo menos 5 mil pessoas compareceram no protesto. A organização não divulgou a estimativa.

Em Joinville, caminhoneiros se juntaram à manifestação, que contou com 2 mil pessoas, de acordo com a organização. A PM fala em 700.

Em Criciúma também houve manifestação. Conforme a organização, 3 mil pessoas participaram. A Polícia Militar não falou oficialmente sobre números.

Em Chapecó também houve manifestação. A PM diz que o ato reuniu 350 pessoas, enquanto organização informou que eram 1,2 mil.

Houve ainda profestos em Blumenau, onde, segundo organizadores, 5 mil pessoas participaram. A PM não divulgou estimativa. A região do Vale do Itajaí ainda teve atos em Brusque e em Gaspar.

Ceará

FORTALEZA, 14h27: Manifestantes participam de carreata em apoio ao presidente Jair Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Flávio Rovério/SVM

FORTALEZA, 14h27: Manifestantes participam de carreata em apoio ao presidente Jair Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Flávio Rovério/SVM

Em Fortaleza, manifestantes para uma carreata desde as 13h. Até as 14h15, a estimativa de número de participantes não havia sido divulgada pelos manifestantes nem pela Polícia Militar. Também houve ato em Juazeiro do Norte.

Espírito Santo

Manifestantes percorreram ruas de Vitória e Vila Velha. O protesto começou por volta das 14h, no bairro Praia da Costa, em Vila Velha. Também houve protesto em Cachoeiro de Itapemirim.

Goiás

Em Goiânia, um grupo de manifestantes realizou um ato pela aprovação da reforma da previdência e do “pacote anticrime”. A organização estima que 12 mil pessoas participavam às 17h. Já a Polícia Militar disse que cerca de 10 mil estavam no local no mesmo horário. Jataí, Catalão e Anápolis também tiveram manifestações.

Rio Grande do Norte

Em Natal, manifestantes se posicionam favoravelmente à reforma da previdência, ao pacote anticrime e à manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) nas mãos do ministro Sérgio Moro. Os organizadores estimam que 20 mil pessoas participaram do ato. A PM não informou número. Houve protesto também em Mossoró.

Rio Grande do Sul

Em Porto Alegre, manifestação apoiou medidas como a reforma da Previdência, o “pacote anticrime” e o decreto das armas. A organização estimou cerca de 40 mil pessoas. A Brigada Militar informou que não faria estimativas.

Em Caxias do Sul, na Serra, organizadores estimaram 1,5 mil pessoas. A Brigada Militar falou em 1 mil. O estado também teve atos em Erechim, Santa Maria, Rio Grande, Passo Fundo, Cruz Alta, Pelotas, Uruguaiana, Santa Rosa e Bagé.

Sergipe

Em Aracaju, houve manifestação favorável à reforma da Previdência, ao pacote anticrime e à manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no Ministério da Justiça. Organização e PM não divulgaram estimativa.

Tocantins

Em Palmas, cerca de 800 pessoas se reuniram para manifestar apoio ao governo do presidente, segundo organizadores. A estimativa da PM foi de 600 participantes.

Em Paraíso do Tocantins, a organização estimou 1,5 mil pessoas no ato organizado na cidade. A PM não divulgou estimativa. O estado ainda teve manifestações em Colinas do Tocantins, Araguaína, Gurupi e Guaraí.

Paraíba

Houve manifestações em João Pessoa e em Campina Grande, mas organizadores e PM não divulgaram estimativa de participantes.

Roraima

Em Boa Vista, a manifestação reuniu 1 mil pessoas, segundo a organização. A PM estimou o número em 1,5 mil.

Piauí

Em Teresina, cerca de 3 mil pessoas participaram de manifestação, segundo organizadores. A Polícia Militar estimou 1 mil pessoas

Piripiri e Parnaíba registraram manifestações, mas organização e PM não divulgaram estimativas de participantes.

Amapá

MACAPÁ, 17h: Manifestantes se reúnem na orla de Macapá em ato pró-Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Carlos Alberto Jr/G1

MACAPÁ, 17h: Manifestantes se reúnem na orla de Macapá em ato pró-Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Carlos Alberto Jr/G1

Em Macapá, dois grupos organizaram atos. Em um deles, PM e organização estimam cerca de 5 mil participantes. No outro, organizadores contam por volta de 1 mil pessoas, e a polícia fala em 100.

Rondônia

Os organizadores dos protestos em Porto Velho estimaram participação de 500 manifestantes – a PM não divulgou estimativa. Ariquemes e Ji-Paraná registraram atos sem estimativas de organização ou da PM.

Em Cacoal, organizadores afirmam que ato conta com 500 participantes, enquanto a PM não divulgou estimativa.

Amazonas

Em Manaus, manifestantes se reuniram para apoiar medidas do governo federal. Organização e PM não divulgaram estimativas.

Mato Grosso do Sul

Em Campo Grande e em Dourados, manifestações reuniram cerca de 5 mil pessoas cada, segundo as organizações. A PM não divulgou estimativas. O estado também teve atos em Ponta Porã e em Três Lagoas.