O governador de São Paulo, João Doria, anunciou nesta segunda-feira, 5, a manutenção da volta opcional às aulas para quarta-feira 7. A decisão vale para alunos do ensino médio e de educação de jovens e adultos (EJA) na rede estadual de ensino. O retorno é opcional, tanto para as escolas quanto para os estudantes, e vale para as redes estadual, municipal e privada.

“O governo decidiu iniciar pelos alunos matriculados no ensino médio e na educação de jovens e adultos porque são os ciclos de ensino que podem ser mais afetados pela evasão escolar, prejudicando os estudantes mais vulneráveis”, disse Doria em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira, 5.

A reabertura deve respeitar limites máximos de alunos e protocolos sanitários. Nas redes privadas e municipais, a educação infantil e os anos iniciais do Ensino Fundamental podem ter até 35% dos alunos por dia em atividades presenciais. Para os anos finais dos ensinos Fundamental e Médio, o limite máximo é de 20%. Na rede estadual, só é permitido o atendimento de até 20% em todas as etapas.

Vale lembrar que a volta às aulas está condicionada à autorização dos prefeitos de cada município. Na rede pública, a volta às aulas do ensino fundamental está prevista para 3 de novembro.

 

Fonte: VEja

Poluente ainda se espalha pela Bahia, mas São Paulo e Rio monitoram situação. Espírito Santo já discute ações com prefeituras

    • BRASIL
    • Márcio Pinho, do R7
  •  24/10/2019

As manchas de óleo que se espalham pelo Nordeste e que chegaram às praias da Bahia nos últimos dias acenderam a luz amarela nos estados do sudeste com faixas litorâneas – Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo – que monitoram a situação.

O risco mais iminente é de o poluente chegar às praias do Espírito Santo, estado ao sul da Bahia. E por isso o governo capixaba criou nesta semana o Comitê de Preparação da Crise, que fará a coordenação de ações de monitoramento e terá a participação de órgãos federais como a Marinha.

As manchas chegaram a Itacaré, ao sul de Salvador, segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). A distância até as primeiras cidades do Espírito Santo ainda é grande – mais de 480 km em linha reta. Ainda assim, o governo capixaba fará reuniões com as prefeituras de cidades do norte do estado, como Conceição da Barra, São Mateus e Linhares. O objetivo é unificar informações e definir ações preventivas.

A preocupação faz sentido, uma vez que as correntes marítimas favorecem o transporte de poluentes em direção ao sul do país.

Segundo Carina Bock, pesquisadora do Coppe UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), a chamada Corrente do Brasil, que acompanha a costa no sentido sul, pode favorecer a chegada do óleo ao Sudeste, mas ainda não é possível determinar se isso vai realmente ocorrer. “É uma hipótese. A circulação favoreceria esse possível deslocamento”, afirma.

O grupo da UFRJ da qual Carina faz parte já fez uma projeção para determinar a origem possível do óleo, que seria em uma área a cerca de 600 km da costa brasileira, na direção dos estados de Pernambuco e Alagoas. Os pesquisadores agora usarão outros modelos para determinar onde o óleo pode chegar.

A corrente do Brasil é uma continução da corrente Sul Equatorial, que cruza o Oceano Atlântico na direção da África para o Brasil e que, ao se aproximar do Nordeste, divide-se em uma vertente norte e outra sul – essa, que segue em direção a Bahia, acompanha o litoral brasileiro em direção ao Uruguai.

De acordo com Maria Clara Sassaki, meteorologista da Somar Meteorologia, há ainda uma frente fria estacionaria entre o Espírito Santo e a Bahia que acaba intensificando os ventos naquela região. “Pode favorecer a agitação marítima e o transporte do óleo para mais perto da costa”, diz.

Caso o óleo realmente chegue ao Espírito Santo, será o segundo episódio de danos ambientais significativos em poucos anos. Em 2015, o estado foi atingido pela lama do rompimento da barragem da Vale em Mariana, em Minas Gerais. A lama percorreu o Rio Doce e chegou ao Espírito Santo, afetando não só o abastecimento de diversos municípios como também a pesca.

Outros estados

Já os demais estados do Sudeste, apesar de estarem mais distantes do Nordeste, também buscam monitorar e se antecipar à chegada do óleo.

O Inea (Instituto Estadual do Meio Ambiente do Rio de Janeiro) afirmou que possui um plano de contingência que encontra-se no estágio de vigilância. A Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas) criou um grupo especial de trabalho para acompanhamento e vigilância das manchas de óleo na costa brasileira, formado por técnicos da Seas, do Inea e do Departamento de Recursos Minerais do estado.

Em São Paulo, a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente informou que também acompanha a situação. “O governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente e da Defesa Civil, acompanha o caso e as ações que vêm sendo adotadas no âmbito federal. As equipes de emergência química da Cetesb, da Polícia Ambiental, os especialistas das universidades e do IPT estão alertas e prontos para atuar de acordo com as diretrizes da União e em parceria com os municípios”, informou a pasta.

40 mil pessoas devem ser atendidas. Primeiros cursos serão ‘Habilidades e Comunicação para o Sucesso Profissional’ e ‘Currículo e Processo Seletivo’

    • ECONOMIA
    • Márcia Rodrigues, do R7
  •  02/10/2019 

A partir desta quarta-feira (2), trabalhadores paulistas que buscam recolocação profissional podem realizar duas oficinas nos Cates (Centro de Apoio ao Trabalhador e Empreendedor de São Paulo) para ajudar nesse processo:

• Habilidades e Comunicação para o Sucesso Profissional;
• Currículo e Processo Seletivo.

Os cursos fazem parte do Programa Elabora, criado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, que estima capacitar mais de 40 mil pessoas.

Quinze Cates, espalhados por todas as regiões da cidade de São Paulo, vão promover as oficinas todas as quartas-feiras, das 9h às 12h30.  Cada curso tem 1h30 de duração.

O trabalhador pode optar por fazer os dois no mesmo dia ou apenas um. Não há número limite nem idade mínima ou máxima para participar.

Os participantes receberão certificado ao final das oficinas, que podem ser utilizados para comprovação de horas em universidade.

Para participar, basta se inscrever pessoalmente em qualquer unidade dos Cates:

Centro/Sul
• Cate Central – Av. Rio Branco, 252
• Cate Interlagos – Av. Interlagos, 6122
• Cate Jabaquara – Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2314
• Cate Cidade Ademar – Av. Yervant Kissajikian, 416
• Cate Parelheiros – Estrada Ecoturística de Parelheiros, 5252
• Cate Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 65

Zona Noroeste
• Cate Lapa – Rua Guaicurus, 1000
• Cate Pirituba – Av. Dr. Felipe Pinel, 12
• Cate Perus – Rua Ylídio Figueiredo, 349
• Cate Jaraguá – Estrada de Taipas, 990

Zona Leste
• CATe Cidade Tiradentes – Rua Milagre dos Peixes, 357
• CATe Itaquera – Rua Augusto Carlos Bauman, 851
• CATe São Miguel Paulista – Rua Dona Ana Flora Pinheiro de Souza, 76
• CATe Itaim Paulista – Av. Marechal Tito, 3012
• CATe Penha – Rua Candapuí, 492

“Buscamos proporcionar um espaço para o autoconhecimento e desenvolvimento pessoal e até estruturar uma rede de contatos entre os participantes. O cidadão pode sair de uma oficina, inclusive, com a perspectiva de que para ele o melhor é se tornar um empreendedor”, destaca Andrea Lua, diretora da Fundação Paulistana.

Aumento da poluição no rio é tema de primeira reportagem de série sobre saneamento. Conheça também Vital da Costa, que por anos remou no Tietê

    • SÃO PAULO
    • Eugenio Goussinsky, do R7
  •  24/09/2019

Um dia, no passado, o Rio Tietê já foi um cenário de beleza e lazer na capital paulista. Desde sua nascente, em Salesópolis, até onde deságua, no rio Itapura, divisa com o Mato Grosso do Sul, o rio ainda resiste em seus cerca de 1.100 km, apesar de ter 163 km (15%) como um dos mais poluídos do mundo.

Rio já foi cenário de regatas históricas que mobilizavam a cidade

Divulgação/Arquivo Histórico Clube Esperia

 

A história dos rios se misturam com a das pessoas. Como elas, há que se fazer diferenciação entre um e outro. Há os mais resistentes. Há os que necessitam atenção especial, por serem diferentes. Únicos, correndo em direção a um destino.

É o caso do Tietê, especial por correr em direção ao interior e não ao oceano, como a grande maioria. Mas, como um velho senhor, desgastado, introspectivo, abatido, só os que o conheceram na plenitude o compreendem. O dia 22 de setembro é considerado o aniversário do rio, quando se comemora o Dia do Rio Tietê, sem se referir a uma idade específica.

Vital da Costa (centro) disputava competições no rio

Divulgação/Arquivo Histórico Clube Esperia/Vital da Costa

 

Nadar ou remar em suas águas era uma das rotinas mais saudáveis até os anos 50, na capital paulista, para o sr. Vital da Costa, de 81 anos, nascido em Caicó, sertão do Rio Grande do Norte.

Tendo chegado a São Paulo aos 18 anos para trabalhar, ele encontrou no esporte uma maneira de se relacionar com a cidade. Já jogava basquete desde os 12 e se apegou ao remo nas águas paulistas.

Poluição do rio registrou um aumento após três anos de queda

Willian Moreira/Agência Estado/19-09-19

 

“Treinávamos de terça a domingo das 5h45 às 7h20 da manhã, com o barco n’água. Eram treinos puxados porque havia muitas competições durante o ano. Tudo culminava no final de novembro com o Campeonato Paulista, que era o grande acontecimento do ano. Nossa rotina era essa, convivendo diariamente com o nosso Rio Tietê lindo, arborizado e limpo. Era muito prazeroso na madrugada sentir o cheiro da natureza”, lembra.

Tristeza com o rio

O sr. Vital se enraizou em São Paulo. Conseguiu abrir a própria empresa de cartões para embalagem e papéis, que tem até hoje, no Bom Retiro, após trabalhar por 10 anos na Heidelberg, com máquinas gráficas.

Conheceu sua esposa no clube Esperia, às margens do rio. Casou-se há 55 anos, teve três filhas e dois netos. Mas, até hoje, com todas as conquistas, sente falta daquele rio que na verdade foi quem melhor ouviu seus anseios diante da então desconhecida cidade grande. Agora, Vital se lamenta pelo fato de ser um dos poucos que ouvem os apelos do rio doente, sem poder fazer muita coisa além de torcer pela recuperação do amigo “das antigas”.

“Eu sinto muita tristeza pelo pouco caso desses governos anteriores, que contribuíram para deixar este rio maravilhoso nessas condições, é muito triste.”

Trecho de 163 km do rio está poluído, mantendo oxigenação em praticamente 0%

Willian Moreira/Agência Estado/19-09-19

 

A urbanização e a industrialização ocorreram de modo caótico, provocando, a partir dos anos 40, uma degradação que foi afastando turistas e frequentadores do local. O lixo foi se acumulando ao longo da margem e as águas passaram a ser depósito de resíduos e esgoto. Os mais jovens, hoje, associam o rio à sujeira.

Desde os anos 80, o processo de despoluição do rio passou a ser um desafio para os governos. Mas que ainda não foi superado. Em 1993, por exemplo, foi lançado o Projeto Tietê, financiado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), com a promessa de que o Tietê estaria limpo em 2005.

Em quase 30 anos, foram gastos US$ 2,8 bilhões para ampliação e melhorias do sistema de esgotamento sanitário de São Paulo, no projeto de despoluição do rio. Mas ainda este trecho de 163 km do rio está poluído, mantendo a oxigenação em praticamente 0% (o mínimo para a existência de peixes é de 5%), segundo a ONG SOS Mata Atlântica.

Segundo a engenheira ambiental Amanda Rodrigues Inácio, pesquisadora da Unicamp, mestre em Engenharia Civil – Saneamento e Ambiente e coordenadora do Sistema de Gestão Ambiental do Senac Campinas, o tratamento de esgoto ainda não é efetivo em todo o Estado de São Paulo. E todo esgoto, tratado ou não, tem como disposição final os rios, conforme ela afirma.

“Primeiramente, precisamos parar de poluir, ou seja, parar de lançar esgoto neste rio. E também é necessário lembrar da importância de se preservar as áreas de mananciais. Com o aumento dos aglomerados urbanos, tais áreas vão sendo ocupadas de forma irregular e causando danos ao rio também”, ressalta.

Investimentos ainda não conseguiram deixar o rio despoluído

Edu Garcia/R7

 

A professora Amanda considera o rio Tietê e, consequentemente, o Pinheiros, exemplos que ilustram esse problema. Ambos estão inseridos na Bacia do Rio da Prata.

“A situação em que o rio Tietê se encontra é resultado de uma série de problemas, que vão desde a falta de tratamento de esgoto até a expansão urbana e ocupação de áreas irregulares.”

Tal situação, segundo ela, tem trazido prejuízos não só para a cidade de São Paulo, mas para uma região muito mais ampla.

“A poluição do Rio Tietê traz prejuízos sociais, econômicos e ambientais em âmbito local e regional, principalmente, considerando que o rio abrange mais de um município. Tais prejuízos vão desde a contaminação da água e, consequentemente, o impedimento de usá-la para abastecimento público, até mesmo à impossibilidade de práticas de esporte e lazer, como era costume há algumas décadas.”

Tietê: água verdadeira

Para a Sabesp, a poluição do rio Tietê tem total relação com a urbanização desordenada da região metropolitana de São Paulo.

“Ocupações irregulares, sobretudo em áreas de preservação ambiental, e descarga clandestina de esgotos residenciais e industriais, tornam ainda mais desafiadora a expansão do atendimento sanitário em um dos maiores aglomerados urbanos do mundo. Atualmente, de acordo com avaliações do IBGE, a região metropolitana de São Paulo possui aproximadamente 19% de sua população em áreas irregulares”, diz a empresa em nota, antes da divulgação de novos números, pela ONG SOS Mata Atlântica.

Mas a empresa argumenta que a situação do rio já foi muito pior, já que, dentro do Plano Diretor de Esgotos da região, citado pela instituição, houve a execução de ligações domiciliares de esgoto (1,77 milhão) e instalação de interceptores, coletores-tronco e redes coletoras de esgoto (4,4 mil km).

“Pode parecer pouco perceptível visualmente, mas como resultado desse trabalho, a vazão de esgoto tratado nas estações metropolitanas saltou de 4 para os atuais 18,7 mil litros por segundo. Esta diferença de 14,7 mil litros por segundo equivale ao esgoto gerado por aproximadamente dez milhões de pessoas – contingente semelhante à soma da população do Rio de Janeiro e do Distrito Federal. A coleta de esgoto que atendia 70% da área urbanizada da região metropolitana de São Paulo em 1992 saltou para 87% no final de 2018. E o tratamento dos esgotos ampliou de 24% para 70% do volume coletado”, completa a Sabesp.

O sr. Vital tem 81 anos de idade

Divulgação/Vital da Costa

 

Pelo estudo da SOS Mata Atlântica, divulgado no dia 18 de setembro último, a mancha de poluição no Tietê aumentou 34% em 2019 em relação ao ano anterior. O novo resultado reverte três anos de melhora da qualidade do rio. O trecho poluído passou a ser de 163 km, entre as cidades de Mogi das Cruzes e Cabreúva, passando pela cidade de São Paulo.

O desafio, portanto, ainda não foi alcançado. Ainda há muito a ser feito para se conseguir o que governantes já prometeram: fazer as pessoas voltarem a nadar no rio, o que aumentará a qualidade de vida e as receitas com Turismo na capital. Tietê, em tupi, significa água verdadeira.

É com isso que o sr. Vital sonha. Fazer seus netos desfrutarem do rio como ele um dia conseguiu fazer. E não se ver como o único privilegiado em sua família e na cidade que adotou. Até hoje, quando joga basquete com os veteranos no Esperia, ouve um murmúrio vindo lá do rio, como se fosse um morador de rua pedindo um pouco de atenção.

“Temos que pensar nos nossos jovens, para que eles desfrutem em breve dessa riqueza que é o nosso Rio Tietê e que nossa São Paulo também merece. Como eu sou um caboclo sonhador nascido no sertão, a despoluição do rio está caminhando a passos largos e em uma década nós teremos o nosso rio maravilhoso, não tem mais saída para postergar. A população quer”, diz.

O sr. Vital tem fé em que as coisas melhorem para o velho companheiro. E ele até já sabe o que faria para comemorar o reencontro. Entraria com um barco e, suavemente, daria algumas remadas pelas águas. Seria uma carícia de agradecimento, por tudo o que o velho rio um dia deu a este caboclo, que chegou com tão pouco a São Paulo. E nele aprendeu a remar o curso da sua própria vida. A ideia o emociona.

“Seria um grande prazer, se eu ainda estiver por aqui.”

Arte/R7

As temperaturas máximas devem oscilar entre 35ºC e 38ºC, em pleno inverno, tanto na Grande São Paulo como em cidades como Ribeirão Preto

    • SÃO PAULO
    • Do R7, com Agência Estado
  •  11/09/2019
A forte onda de calor que atinge o Estado de São Paulo nesta semana levou a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil a emitir um alerta sobre a temperatura desta quarta (11) e quinta-feira (12).

Nas regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas, Sorocaba e Baixada Santista, o calor pode chegar a 35°C.

As temperaturas máximas devem oscilar entre 35ºC e 38ºC, em pleno inverno, nas regiões de Ribeirão Preto, Araçatuba Presidente Prudente, Marília e Barretos, entre o oeste e o norte do estado. A onda de calor permanece sobre o estado pelo menos até o dia seguinte.

As prefeituras foram alertadas para recomendar a suspensão de exercícios ao ar livre nos momentos mais quentes, entre 11h e 17 horas. As pessoas devem ficar em locais protegidos do sol e evitar sair ao ar livre sem proteção solar. Há recomendação para suspender as aulas se houver risco para os alunos.

Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura deve ficar cinco graus acima da média. O calor excessivo representa risco de hipertermia que, em alguns casos, pode levar à morte.

Termômetro registra 37ºC no centro de SP nesta terça

Termômetro registra 37ºC no centro de SP nesta terça

RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Nesta terça-feira (10), a cidade de Ilha Solteira, no extremo oeste, já registrou temperatura de 40,6ºC, a mais alta do ano, segundo a estação climatológica da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O recorde foi atingido às 14h15, em medição feita na sombra. A maior temperatura, até então, tinha sido registrada no dia 22 de agosto, no verão, quando o calor chegou a 39,8ºC.

Nas regiões norte, oeste e noroeste, a umidade relativa do ar deve ficar entre 12% e 20%, o que significa estado de alerta. Nesta terça, a umidade do ar caiu a 15% em Jales e Votuporanga.

Devido à baixa umidade do ar, também é recomendado o uso de soro fisiológico nos olhos e narinas e a umidificação dos ambientes. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece como adequados à saúde humana índices iguais ou superiores a 60%.

Cuidados

Apesar de o calor, o ar seco e a poluição serem incômodos para a maior parte das pessoas, há maneiras de minimizar os efeitos. São elas:

• Manter-se hidratado;

• Evitar a prática de exercícios físicos nas horas mais quentes do dia;

• Usar colírios no caso de olhos ressecados;

• Lavar as narinas com soro fisiológico;

• Colacar umidificador nos ambientes;

• Evitar bebidas alcoólicas em excesso.

Por G1

Manifestações em apoio a Jair Bolsonaro e propostas do governo ocorrem pelo país

Manifestações em apoio a Jair Bolsonaro e propostas do governo ocorrem pelo país

Ao menos 156 cidades em 26 estados e no Distrito Federal tiveram protestos entre a manhã e a tarde deste domingo (26) em defesa do presidente Jair Bolsonaro e de medidas do governo, como a reforma da Previdência e o pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.

As convocações ganharam força após os protestos em defesa da educação do último dia 15, contra os cortes anunciados pelo governopara os ensinos superior e técnico federais.

Grupos de manifestantes saíram em passeatas e carreatas a partir desta manhã levando bandeiras do Brasil e faixas com frases de apoio a propostas apresentadas pelo governo de Bolsonaro. Até a última atualização desta reportagem, os atos eram pacíficos.

Os protestos também apoiavam a reforma ministerial do governo Bolsonaro, com redução de 29 para 22 no número de ministérios. Houve, ainda, grupo de manifestantes no Rio de Janeiro que pedia o fechamento do Congresso, o que é ilegal, inconstitucional e contra a democracia.

Bolsonaro fala em ‘recado’ para quem temia ‘velha política’

Neste domingo, por volta de 20h40, 156 cidades em todos os 26 estados e no Distrito Federal tinham tido protestos. No dia das manifestações em defesa da educação, às 19h30, 222 cidades de todos os 26 estados e do Distrito Federal tinham registrado atos.

Ao participar de culto no Rio de Janeiro ainda durante a manhã deste domingo, o presidente Jair Bolsonaro disse que as manifestações pró-governo são um “recado” aos que “teimam com velhas práticas” e, segundo afirmou, não permitem que o “povo se liberte”. O presidente disse que a manifestação era “espontânea”, tinha pauta definida e respeitou leis e instituições.

Rio de Janeiro

RIO DE JANEIRO, 10h07: Manifestantes fazem ato pró-Bolsonaro em Copacabana — Foto: Reprodução / TV Globo

RIO DE JANEIRO, 10h07: Manifestantes fazem ato pró-Bolsonaro em Copacabana — Foto: Reprodução / TV Globo

No Rio, o ato se concentrou na Avenida Atlântica, na orla de Copacabana. Manifestantes usavam, principalmente, roupas com cores verde e amarelo e carregavam bandeiras do Brasil. Vários carros de som se concentraram em dois pontos: na altura do Posto 5 e em frente à Rua Xavier da Silveira.

Por volta de 11h30, o ato se espalhava por sete quarteirões, com dois quarteirões cheios em cada extremo e com três mais espaçados entre eles, da Rua Sá Ferreira até perto da Rua Barão de Ipanema.

Parte dos manifestantes pedia o fechamento do Congresso, o que é ilegal, inconstitucional e viola a democracia.

No sul do estado do Rio de Janeiro, ao menos três cidades também tiveram protestos: Resende, Volta Redonda, Três Rios e Barra Mansa.

Em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, os manifestantes se reuniram em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário. Também aconteceram atos em Macaé, em Saquarema, em São Pedro da Aldeia, em Iguaba Grande e em Casimiro de Abreu.

A cidade de São Pedro também contou com ato, mas organizadores e PM ainda não divulgaram estimativas.

Em Petrópolis, organizadores estimam cerca de 1,5 mil pessoas. Ainda na Região Serrana, aconteceram atos em Nova Friburgo e em Teresópolis.

Distrito Federal

BRASÍLIA, 10h34: Manifestantes se reúnem em frente ao gramado do Congresso Nacional — Foto: Fernanda Calgaro/G1

BRASÍLIA, 10h34: Manifestantes se reúnem em frente ao gramado do Congresso Nacional — Foto: Fernanda Calgaro/G1

Em Brasília, por volta das 9h, parte do grupo se concentrava no Museu da República, na região central da capital. Outra parte foi para o gramado do Congresso Nacional. Segundo a Polícia Militar do DF, cerca de 20 mil pessoas participaram.

São Paulo

SÃO PAULO - 14h08: Manifestantes fazem ato de apoio ao governo Bolsonaro na Avenida Paulista — Foto: GloboNews/Reprodução

SÃO PAULO – 14h08: Manifestantes fazem ato de apoio ao governo Bolsonaro na Avenida Paulista — Foto: GloboNews/Reprodução

Na Avenida Paulista, região central de São Paulo, os manifestantes começaram a se reunir no início desta tarde nas proximidades do prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Ao menos cinco carros de som foram levados para o ato.

No interior do estado, manifestantes de Campinas protestaram no Largo do Rosário, na região central. A organização estimou 5 mil participantes, enquanto a PM calculou 3 mil.

Manifestações aconteceram também em Indaiatuba, Sumaré e Americana.

Em Sorocaba, o ato ocorreu em frente à Prefeitura da cidade com cerca de 1 mil pessoas, de acordo com a organização. A PM estima 400. Itu também teve manifestação.

Em São Carlos, os manifestantes se reuniram na praça do Mercadão. Segundo a organização do evento, por volta das 10h30 cerca de 500 pessoas participavam do ato. Já a Polícia Militar calculou cerca de 300.

Em Bauru, a manifestação teve cerca de 3 mil pessoas, segundo a polícia, e 5 mil segundo os manifestantes.

Em São José do Rio Preto, os manifestantes se reuniram em frente ao Mercado Municipal, no centro da cidade. Segundo os organizadores, 1,5 mil pessoas participaram do ato. Segundo a PM, 1 mil pessoas participaram. Houve protestos também em Fernandópolis.

Em Araçatuba, 1 mil pessoas participaram do ato, segundo a organização e PM. Também houve manifestações em Birigui, em Votuporanga e em Jales.

Em Mogi das Cruzes, o grupo começou a se reunir às 10h na Avenida Cívica. Os manifestantes se revezaram em discurso no microfone com palavras de apoio a Bolsonaro e às medidas do governo. De acordo com a Polícia Militar eram cerca de 200 pessoas. Segundo a organização, o número de participantes variava entre 250 e 300 pessoas.

Em Piracicaba, manifestantes se reuniram no Centro. Havia um carro de som, vários cartazes e camisetas nas cores da bandeira do Brasil. Às 11h35, organizadores e Guarda Municipal estimavam adesão de pelo menos 2,3 mil pessoas.

Em Jundiaí, moradores se reuniram no pontilhão da Avenida Nove de Julho. Segundo a organização, aproximadamente 1 mil pessoas estiveram no local. A PM estimou 300 pessoas.

RIBEIRÃO PRETO, 11h50: manifestantes fazem ato em apoio ao governo Bolsonaro em Ribeirão Preto neste domingo (26) — Foto: Ariane Lima/EPTV

RIBEIRÃO PRETO, 11h50: manifestantes fazem ato em apoio ao governo Bolsonaro em Ribeirão Preto neste domingo (26) — Foto: Ariane Lima/EPTV

Na região central de Ribeirão Preto, a Polícia Militar estimou uma adesão de 6 mil pessoas ao movimento e os organizadores, de 7 mil manifestantes. A dispersão ocorreu por volta das 11h45.

No Vale do Paraíba, estiveram presentes cerca de 1,5 mil pessoas em ato de São José dos Campos. A PM informou o número de manifestantes. Manifestações também aconteceram em Taubaté e em Jacareí.

Cerca de 500 pessoas foram ao Parque do Povo de Presidente Prudente para participar da manifestação, segundo organizadores. Também houve protesto em Ilha Solteira, Araras, Araraquara, Pirassununga, Rio Claro, São João da Boa Vista, Marília e Santa Cruz do Rio Pardo.

Em Jaú, organizadores estimam 1,2 mil participantes. PM não estimou número de manifestantes, mas contou 40 caminhões e 70 veículos. Assis também teve ato, assim como Limeira.

Santos contou com ato com cerca de 5 mil pessoas, de acordo com organizadores. Para a PM, eram cerca de 1 mil. Praia Grande, Guarujá e Registro também tiveram manifestações.

Também houve atos em Itapetininga, Itapeva, Tatuí e Avaré.

Bahia

SALVADOR, 10H52: Grupo realiza manifestação no Farol da Barra neste domingo (26) — Foto: Itana Alencar/G1SALVADOR, 10H52: Grupo realiza manifestação no Farol da Barra neste domingo (26) — Foto: Itana Alencar/G1

Em Salvador, o ato teve início por volta das 10h no Farol da Barra, e o grupo começou a se dispersar às 11h40. Os manifestantes cantaram o hino nacional e gritaram palavras de ordem, com pedidos de “avança, Brasil”. A organização e a Polícia Militar não divulgaram estimativa de público.

Também houve ato em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros da capital baiana, e em Itabuna, no sul do estado.

O estado também teve atos em Juazeiro Camaçari, em Vitória da Conquista, em Porto Seguro, em Eunápolis, em Sobral e em Luís Eduardo Magalhães.

Minas Gerais

BELO HORIZONTE, 11h10: Belo Horizonte tem ato em apoio ao governo Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Aluisio Marques/TV Globo

BELO HORIZONTE, 11h10: Belo Horizonte tem ato em apoio ao governo Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Aluisio Marques/TV Globo

Em Belo Horizonte, a concentração do protesto começou por volta das 10h, na Praça da Liberdade, na região Centro-Sul da capital. Organizadores estimam que 35 mil pessoas tenham participado do ato, mas a PM não divulgou números.

Em Uberaba, na região do Triângulo Mineiro, cerca de 400 pessoas participavam do ato no fim da manhã, segundo organizadores. A Polícia Militar não fez estimativa de público.

Também houve protestos em Ipatinga, Timóteo e Governador Valadares, no Leste de Minas.

No Sul do estado, houve atos em Varginha, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Itajubá e Lavras.

Em Montes Claros, o ato na área central da cidade reuniu cerca de 500 pessoas, segundo a PM. Os organizadores não divulgaram números.

Organizadores do ato em Juiz de Fora informaram que cerca de 10 mil manifestantes compareceram. A PM não divulgou números.

Em Alfenas, manifestantes se reuniram na Praça Central e depois saíram em carreata pela cidade. Nem a organização, nem a Polícia Militar informaram números.

Pará

BELÉM, 10h22 : Ato pró-bolsonaro chega à avenida Nazaré no centro de Belém — Foto: Fabiano Villella / TV Liberal

BELÉM, 10h22 : Ato pró-bolsonaro chega à avenida Nazaré no centro de Belém — Foto: Fabiano Villella / TV Liberal

Em Belém, manifestantes caminhavam pela Avenida Presidente Vargas. A coordenação do evento afirmou que, ao final do ato, às 12h, cerca de 50 mil pessoas participaram. A Polícia Militar estima que às 10h55 o ato tenha reunido cerca de 3 mil pessoas.

Maranhão

SÃO LUÍS: 11h55. Manifestantes fazem passeata neste domingo (26) em apoio ao governo Bolsonaro na Avenida Litorânea — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante

SÃO LUÍS: 11h55. Manifestantes fazem passeata neste domingo (26) em apoio ao governo Bolsonaro na Avenida Litorânea — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante

Em São Luís, manifestantes se reuniram na Avenida Litorânea. De acordo com os manifestantes, mais de 1 mil pessoas participaram do ato. A PM não divulgou estimativa. Também houve manifestação em Imperatriz.

Pernambuco

Em Recife, de acordo com a organização do evento por volta das 15h50 havia cerca de 65 mil pessoas participando. A PM não divulga estimativa de participantes em manifestações de rua. Ao menos seis trios elétricos acompanham os manifestantes.

Em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, o grupo se concentrou em frente ao Polo Cultural (antiga Estação Ferroviária), no Centro. Não há informações sobre a quantidade de pessoas. Houve protestos também em Petrolina.

Alagoas

Maceió, 11h: Manifestantes cantam hino nacional na Praça Vera Arruda — Foto: Magda Ataíde/G1

Maceió, 11h: Manifestantes cantam hino nacional na Praça Vera Arruda — Foto: Magda Ataíde/G1

Em Alagoas, manifestantes percorreram a orla de Maceió. Segundo a organização, às 12h, cerca de 20 mil pessoas estavam na manifestação. A PM não acompanhou. O estado também teve ato em Arapiraca.

Mato Grosso

Protesto a favor de medidas propostas pelo governo federal em Barra do Garças. — Foto: Ivan de Jesus/Centro América FM

Protesto a favor de medidas propostas pelo governo federal em Barra do Garças. — Foto: Ivan de Jesus/Centro América FM

Em Cuiabá, manifestantes fizeram carreata pela cidade, mas não há estimativa de participantes. Houve protesto também em Rondonópolis.

O estado também teve atos em Tangará da Serra, Barra do Garças e Sorriso.

Paraná

FOZ DO IGUAÇU, 11h: Manifestantes se reúnem na Praça do Mitre — Foto: Renan Gouveia/RPC

FOZ DO IGUAÇU, 11h: Manifestantes se reúnem na Praça do Mitre — Foto: Renan Gouveia/RPC

Em Curitiba, organizadores estimam que cerca de 15 mil pessoas se reuniram na Praça Santos Andrade. A PM não fará contagem.

Em Foz do Iguaçu, região Oeste do estado, manifestantes usaram dois caminhões que eram utilizados pelo Exército na década de 70 e agora pertencem a um colecionador. A organização estimou a participação de 2,5 mil pessoas.

Em Cascavel, também no oeste do estado, o protesto foi realizado na frente da Catedral de Cascavel. Os organizadores estimam que 15 mil pessoas participaram da manifestação. A Polícia Militar fala em 1,5 mil manifestantes.

Guarapuava, Ponta Grossa e Umuarama também contam com manifestações. Também houve ato em Londrina e em Maringá.

Acre

CRUZEIRO DO SUL, 09H34h: Cerca de 30 manifestantes se reúnem na Praça Orleir Cameli neste domingo (26), segundo a organização do ato — Foto: Mazinho Rogério/G1

CRUZEIRO DO SUL, 09H34h: Cerca de 30 manifestantes se reúnem na Praça Orleir Cameli neste domingo (26), segundo a organização do ato — Foto: Mazinho Rogério/G1

Na capital do Acre, Rio Branco, manifestantes começaram a concentração em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro da cidade. A organização não soube precisar quantas pessoas participam do ato, por conta da rotatividade. A Polícia Militar acompanhou a manifestação, mas informou que não faz mais estimativa de público.

O município de Cruzeiro do Sul também teve manifestação, com cerca de 30 pessoas, segundo a organização. A Polícia Militar não acompanhou.

Santa Catarina

Em Florianópolis, as mediações da Praça XV de Novembro foram fechadas para a realização da manifestação, que contou com 10 mil pessoas, de acordo com organizadores. A PM estima 9 mil.

Em Balneário Camboriú, a Praça Almirante Tamandaré foi o ponto de encontro dos participantes. A Guarda Municipal informou que pelo menos 5 mil pessoas compareceram no protesto. A organização não divulgou a estimativa.

Em Joinville, caminhoneiros se juntaram à manifestação, que contou com 2 mil pessoas, de acordo com a organização. A PM fala em 700.

Em Criciúma também houve manifestação. Conforme a organização, 3 mil pessoas participaram. A Polícia Militar não falou oficialmente sobre números.

Em Chapecó também houve manifestação. A PM diz que o ato reuniu 350 pessoas, enquanto organização informou que eram 1,2 mil.

Houve ainda profestos em Blumenau, onde, segundo organizadores, 5 mil pessoas participaram. A PM não divulgou estimativa. A região do Vale do Itajaí ainda teve atos em Brusque e em Gaspar.

Ceará

FORTALEZA, 14h27: Manifestantes participam de carreata em apoio ao presidente Jair Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Flávio Rovério/SVM

FORTALEZA, 14h27: Manifestantes participam de carreata em apoio ao presidente Jair Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Flávio Rovério/SVM

Em Fortaleza, manifestantes para uma carreata desde as 13h. Até as 14h15, a estimativa de número de participantes não havia sido divulgada pelos manifestantes nem pela Polícia Militar. Também houve ato em Juazeiro do Norte.

Espírito Santo

Manifestantes percorreram ruas de Vitória e Vila Velha. O protesto começou por volta das 14h, no bairro Praia da Costa, em Vila Velha. Também houve protesto em Cachoeiro de Itapemirim.

Goiás

Em Goiânia, um grupo de manifestantes realizou um ato pela aprovação da reforma da previdência e do “pacote anticrime”. A organização estima que 12 mil pessoas participavam às 17h. Já a Polícia Militar disse que cerca de 10 mil estavam no local no mesmo horário. Jataí, Catalão e Anápolis também tiveram manifestações.

Rio Grande do Norte

Em Natal, manifestantes se posicionam favoravelmente à reforma da previdência, ao pacote anticrime e à manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) nas mãos do ministro Sérgio Moro. Os organizadores estimam que 20 mil pessoas participaram do ato. A PM não informou número. Houve protesto também em Mossoró.

Rio Grande do Sul

Em Porto Alegre, manifestação apoiou medidas como a reforma da Previdência, o “pacote anticrime” e o decreto das armas. A organização estimou cerca de 40 mil pessoas. A Brigada Militar informou que não faria estimativas.

Em Caxias do Sul, na Serra, organizadores estimaram 1,5 mil pessoas. A Brigada Militar falou em 1 mil. O estado também teve atos em Erechim, Santa Maria, Rio Grande, Passo Fundo, Cruz Alta, Pelotas, Uruguaiana, Santa Rosa e Bagé.

Sergipe

Em Aracaju, houve manifestação favorável à reforma da Previdência, ao pacote anticrime e à manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no Ministério da Justiça. Organização e PM não divulgaram estimativa.

Tocantins

Em Palmas, cerca de 800 pessoas se reuniram para manifestar apoio ao governo do presidente, segundo organizadores. A estimativa da PM foi de 600 participantes.

Em Paraíso do Tocantins, a organização estimou 1,5 mil pessoas no ato organizado na cidade. A PM não divulgou estimativa. O estado ainda teve manifestações em Colinas do Tocantins, Araguaína, Gurupi e Guaraí.

Paraíba

Houve manifestações em João Pessoa e em Campina Grande, mas organizadores e PM não divulgaram estimativa de participantes.

Roraima

Em Boa Vista, a manifestação reuniu 1 mil pessoas, segundo a organização. A PM estimou o número em 1,5 mil.

Piauí

Em Teresina, cerca de 3 mil pessoas participaram de manifestação, segundo organizadores. A Polícia Militar estimou 1 mil pessoas

Piripiri e Parnaíba registraram manifestações, mas organização e PM não divulgaram estimativas de participantes.

Amapá

MACAPÁ, 17h: Manifestantes se reúnem na orla de Macapá em ato pró-Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Carlos Alberto Jr/G1

MACAPÁ, 17h: Manifestantes se reúnem na orla de Macapá em ato pró-Bolsonaro neste domingo (26) — Foto: Carlos Alberto Jr/G1

Em Macapá, dois grupos organizaram atos. Em um deles, PM e organização estimam cerca de 5 mil participantes. No outro, organizadores contam por volta de 1 mil pessoas, e a polícia fala em 100.

Rondônia

Os organizadores dos protestos em Porto Velho estimaram participação de 500 manifestantes – a PM não divulgou estimativa. Ariquemes e Ji-Paraná registraram atos sem estimativas de organização ou da PM.

Em Cacoal, organizadores afirmam que ato conta com 500 participantes, enquanto a PM não divulgou estimativa.

Amazonas

Em Manaus, manifestantes se reuniram para apoiar medidas do governo federal. Organização e PM não divulgaram estimativas.

Mato Grosso do Sul

Em Campo Grande e em Dourados, manifestações reuniram cerca de 5 mil pessoas cada, segundo as organizações. A PM não divulgou estimativas. O estado também teve atos em Ponta Porã e em Três Lagoas.