O proprietário de um Model 3 Performance passou por um susto enquanto dirigia por uma estrada nos EUA. Um grave acidente foi evitado graças ao bom funcionamento do modo automático do veículo.

Andrew Whittle, dono do Tesla, estava dirigindo em uma estrada de Montana, nos EUA, à noite com a função de piloto automático ligado.
O veículo estava a 80 km/h, quando no meio do percurso, os sensores do Model 3 detectaram a presença de uma família de ursos no meio do caminho. O carro foi de 80 km/h a 0 km/h em poucos segundos e o acidente foi evitado. Logo depois, o motorista dá uma ré para se afastar dos ursos.
O incidente foi gravado pelo recurso de câmera de painel integrado no Tesla. Whittle divulgou a gravação em seu canal no YouTube.
Em um tuíte, o motorista agradeceu o desempenho do recurso de segurança. “Obrigado @elonmusk e @Tesla por criar um piloto automático que respeita os ursos! Meu carro diminuiu a velocidade até uma parada completa de 80 km/h em uma estrada escura, quando uma mãe urso e seus dois filhotes estavam dando um passeio noturno”.

Novo chip resolve problemas matemáticos que eram impossíveis de serem solucionados pelas máquinas desenvolvidas até hoje

    • TECNOLOGIA E CIÊNCIA
    • Pablo Marques, do R7
  •  24/10/2019 

O anunciou ter alcançado a supremacia quântica, um marco para a computação quântica. A conquista da empresa é resultado de 13 anos de pesquisa e foi publicada na última edição da revista científica Nature, publicada nesta quarta-feira (23).

Nos testes em laboratórios, o chip quântico chamado de Sycamore conseguiu descobrir em 3 minutos e 20 segundos uma sequência de algarismos criada por um gerador de números. A tarefa aparentar ser simples, mas é algo extremamente complexo e um computador convencional levaria 10 mil anos para chegar ao resultado.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=-ZNEzzDcllU]

 

Apesar do teste realizado ser bem específico, segundo a publicação da Nature, mostra aos físicos que a mecânica quântica funciona como esperado quando aproveitada em um problema complexo.

“Computadores quânticos são propensos a erros, mas nosso experimento mostrou a capacidade de executar uma computação com poucos erros suficientes em uma escala grande o suficiente para superar o desempenho de um computador clássico”, escreveu CEO do Google Sundar Pichai no anúncio da empresa.

Pichai compara o teste quântico bem-sucedido com o primeiro foguete que deixou com sucesso a gravidade da Terra para chegar até a borda do espaço.

A IBM, rival do Google na construção de computadores quânticos, relatou em 21 de outubro ter produzido um chip quântico que resolveria o problema em 2,5 dias, mas não apresentou os resultados da pesquisa.

Como funciona?

Os computadores quânticos funcionam de uma maneira diferente das máquinas convencionais. Um bit em um computador clássico pode armazenar informações como 0 ou 1. Um bit quântico – ou qubit – pode ser 0 e 1 ao mesmo tempo, uma propriedade chamada superposição.

Dois bits quânticos tem quatro estados possíveis que podem ser colocados em superposição, e esses crescem exponencialmente. À medida que as possibilidades computacionais são aumentadas, novas possibilidades de cálculos surgem. Por isso, o tempo para resolver um problema caiu de milhares de anos para alguns minutos.

Celulares com quantidades enormes de megapixels realmente fazem fotos melhores? Ou isso é mais uma questão de marketing?

    • TECNOLOGIA E CIÊNCIA
    • por

      BBC NEWS BRASIL
  •  15/10/2019

Sempre que a Apple, Samsung ou qualquer outra grande marca lança um novo telefone celular, os usuários olham para a tela, para a bateria e principalmente para a câmera.

O modelo mais recente do iPhone, o 11, carrega uma lente de 12 megapixels. Já o Samsung Galaxy Note 10 inclui uma de 16.

Por outro lado, a versão Mate 30 da Huawei possui um sistema de câmera tripla, composto por um sensor de 40 megapixels, uma grande angular ultra ampla de 16 megapixels e uma lente objetiva de oito megapixels.

A verdade é que a crença de que mais megapixels nos proporcionam uma foto de qualidade superior é falsa.

A câmera dupla, tão popular ultimamente, visa melhorar o efeito de profundidade e o foco nas imagens
A câmera dupla, tão popular ultimamente, visa melhorar o efeito de profundidade e o foco nas imagens Getty Images

Porém, de acordo com especialistas, a qualidade das imagens não funciona segundo essa lógica.

O “segredo desagradável” por trás dessa forma de classificar a câmera de um celular “é que (se basear) apenas (n)o número de megapixels é uma maneira ruim de prever o desempenho fotográfico”, diz a revista americana Scientific American.

Para entender isso, devemos ter em mente que o número de megapixels se refere à resolução da câmera. A resolução afeta o tamanho da imagem e não a qualidade.

Esses números nos dão uma ideia de quanto podemos ampliar uma imagem sem perder a nitidez. Ou seja, se você deseja imprimir sua foto em tamanho A4, não importa qual celular você escolhe.

Se sua intenção é imprimi-la em um formato grande, como um A2, então é melhor considerar o número de megapixels.

Por outro lado, a maioria das fotos tiradas com telefones celulares acaba publicada nas redes sociais, compartilhada pelo WhatsApp ou enviada para um site, que precisa de fotos leves para carregar bem.

Este é o sensor que as câmeras Nikon D3200 carregavam e tinham 24,2 megapixels
Este é o sensor que as câmeras Nikon D3200 carregavam e tinham 24,2 megapixels Getty Images

O tamanho importa

Para Sergio Barbero Briones, pesquisador do Instituto de Óptica do Conselho Superior de Pesquisa Científica da Espanha, o que importa é o tamanho dos pixels e não a quantidade deles.

E esse tamanho é determinado pelo sensor que coleta a luz. “Sem luz, não há foto”, dizem fotógrafos experientes.

“Quanto menor o pixel, melhor”, diz Barbero.

E se não fosse pelo fato de que as leis da física têm muito a dizer sobre a aparência da sua foto final, “poderíamos alcançar uma resolução infinita”, afirma o pesquisador.

Mas isso não é possível porque sempre teremos o que é conhecido como “ponto de difração”, derivado da natureza das ondas da luz. É esse o fenômeno que coloca limitações técnicas na resolução.

“O tamanho do sensor de imagem é importante e, em geral, quanto maior o sensor, maiores seus pixels. E quanto maiores os pixels, mais luz ele pode coletar”, resume a Scientific American.

“Quanto mais luz você pode capturar, melhor a imagem”, diz ele.

Normalmente, o fabricante do telefone celular especifica o tamanho do sensor da câmera. Mas eles costumam fazer isso com uma figura intuitiva para os consumidores médios.

Te diz alguma coisa saber que o sensor do iPhone 8 é 1/3 ou que, no Samsung Galaxy S9, ele é de 1/2,6?

Na verdade, esses números são uma divisão, mas o que você precisa saber é que quanto menor o divisor (3 ou 2,6), maior e melhor é o sensor. No caso acima, o sensor da Samsung é um pouco melhor que o da Apple.

Portanto, da próxima vez que você quiser saber o quão boa é a câmera do celular, não se deixe guiar apenas pelo marketing.

Fonte: techtudo

ISABELA GIANTOMASO para o Techtudo
15/02/2017 19h15 – Atualizado em 15/02/2017 19h18

O Google anunciou nesta quarta-feira (15) a chegada da função Fact Check ao Brasil. O recurso promete destacar informações verdadeiras nos resultados de busca e no Google Notícias para reduzir o risco de leitores caírem em notícias falsas. Para diferenciar os conteúdos, a tag “verificação de fatos” vai entrar em funcionamento ao lado do nome do site que publicou a reportagem.

A novidade foi lançada em outubro de 2016 nos Estados Unidos e Reino Unido, e depois na França e na Alemanha. Hoje, a checagem de notícias também chega ao México e Argentina. Em todos os países o Google estabeleceu parcerias com entidades que trabalham com fact checking. No território nacional estão envolvidas a Agência Lupa, Aos Fatos e Agência Pública.

Para fugir de notícias falsas, o Google estabeleceu algumas regras que os publicadores de conteúdo devem seguir. Entre os critérios para ganhar a tag “verificação de fatos” está a necessidade da organização ser não partidária e oferecer ao leitor a capacidade de entender o que foi verificado e quais conclusões chegaram.

Além disso, é importante que as análises sejam transparentes com citações e referências a fontes primárias. Caso um site não siga as regras para a marcação, o Google poderá remover o veículo ou blog dos resultados de busca.

Como usar

Para aproveitar o recurso do Google no Brasil basta pesquisar por determinado assunto que tenha notícias envolvidas no campo tradicional de buscas, ou acessar o Google Notícias no navegador web e aplicativos para Android e iPhone (iOS).

As informações checadas terão a tag “verificação de fatos” sinalizada próxima ao título. Vale notar que não encontramos muitos exemplos além dos que foram divulgados pelo próprio Google nesta mesma quarta-feira.

Corrida pela confiança

Além do Google, o Facebook e o Snapchat também anunciaram mudanças contra notícias falsas. A rede social de Mark Zuckerberg está testando um filtro contra boatos nos Estados Unidos e na Alemanha, também em parceria com organizações jornalísticas.

No Facebook, caso um post seja considerado suspeito, um alerta “desvaloriza” a informação no feed. Já o Snapchat atualizou as diretrizes do Discover para acabar com informações falsas e imagens chocantes.

Os usuários do Uber ganharam um novo recurso que facilitará muito os encontros com outras pessoas. Divulgado dia 21, a nova função permite que o usuário que está na corrida solicite um pedido de localização de outra pessoa, que em seguida, o motorista recebe as informações de destino para chegar até o local onde a pessoa destino encontra-se.

Ao compartilhar a sua localização, o usuário destino também recebe a rota que o motorista está fazendo, que facilita ainda mais o encontro de ambos.

 

Via Uber

fonte: tecnomundo

(Fonte da imagem: Reprodução/Website Ideas)

A internet é um campo vasto de informações, com infinitas fontes e canais através dos quais podemos ter contato com sabedorias de diferentes áreas. Todo mundo, hoje em dia, consegue realizar uma pesquisa no Google ou utilizar a Wikipedia para buscar um artigo sobre um tema específico.

Há, porém, quem procure por dados mais detalhados, com abordagens mais aprofundadas, em níveis científicos, acadêmicos ou mesmo escolares, e nem sempre encontra bons materiais através de uma simples pesquisa na web. Nesta listagem, abaixo relacionada, selecionamos uma variedade de sites na internet que oferecem palestras, cursos e videoaulas totalmente gratuitos que trazem conhecimento e curiosidades que podem fazer a diferença no seu dia a dia.

Muitos desses endereços exigem que o leitor tenha domínio do inglês para acompanhar os materiais de áudio e vídeo, e nem sempre há tradução ou legendas em português disponíveis nos cursos e palestras. Claro que, para uma pessoa inteligente, textos em outra língua podem ser facilmente resolvidos utilizando o Google Tradutor. E quem deseja aprender a ouvir e falar o inglês pode se aventurar no Duolingo, o 13º site da nossa lista.

Confira abaixo esses portais, centros educacionais, bibliotecas e sites de curiosidades e cultura que vão ajudar a lhe deixar bem informado sobre os assuntos de seu interesse, as tendências de mercado e as novidades mais quentes e interessantes da atualidade.

01. TED

(Fonte da imagem: Reprodução/TED)

As conferências TED nasceram com foco em Tecnologia, Entretenimento e Design, mas hoje em dia você pode aprender sobre os mais diversos assuntos da contemporaneidade. Há palestras gratuitas com os principais nomes do mercado, com pessoas que se tornaram referências em seus campos de trabalho. Os materiais podem ser assistidos online ou baixados através do iTunes.

02. 99U

Outro excelente local para conferir vídeos educacionais dos mais diferentes tópicos é o 99U. O site tem um foco maior nas áreas de criatividade, desenvolvimento de negócios e inovação, o que faz deste canal um ótimo endereço online para executivos, empresários e administradores.

03. Coursera

(Fonte da imagem: Reprodução/Coursera)

Mais de 5 milhões de participantes cursam algumas das aulas oferecidas pelo site gratuito Coursera, que tem mais de 500 programas cadastrados, de 100 instituições parceiras e em diferentes línguas (ainda que a grande maioria dos cursos seja mesmo em inglês, há opções até em português). A variedade de temas é bem abrangente, e os cursos podem durar semanas e têm acompanhamento de professores e profissionais.

04. Open Education Database

O portal Open Education Database tem mais de 10 mil aulas e cursos online e oferecidos gratuitamente, com parceiros como o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), a Universidade de Michigan e a Universidade Johns Hopkins. No site, você pode procurar por materiais nas categorias de artes, negócios, educação, engenharia e ciência da computação, medicina e saúde, matemática e ciências.

05. Academic Earth

(Fonte da imagem: Reprodução/Academic Earth)

Academic Earth é um portal que agrega cursos online – gratuitos e em vídeo – de mais de 50 universidades do mundo. O site conta com uma seção de playlist com os vídeos mais interessantes e os tópicos mais fundamentais de ensino. Há também uma categoria de eletivas chamada “Video Electives” que traz não apenas informação, mas também um formato animado e divertido de assistir.

06. Khan Academy

A Khan Academy oferece educação de qualidade, em nível colegial, de forma gratuita para todo o tipo de público. Pais, professores e alunos podem aprender e tirar dúvidas em praticamente todas as matérias conhecidas, como matemática, ciência, história e geografia. O portal conta ainda com um sistema para acompanhar o seu progresso nas aulas.

07. Quora

(Fonte da imagem: Reprodução/Quora)

O site Quora traz uma maneira inovadora de adquirir e compartilhar conhecimento. Através dele, você pode deixar perguntas para experts nos mais variados assuntos responderem. No seu perfil, você pode criar uma lista de interesses baseada nos mais de 250 mil tópicos categorizados no site. É possível também responder perguntas de outros usuários que dividem a mesma paixão e interesse que você.

08. Project Gutenberg

A biblioteca do Project Gutenberg oferece mais de 4.200 livros gratuitos, de domínio público, para você baixar no seu computador, tablet ou eReader. No site, você encontra títulos variados de literatura, documentos históricos, livros de não ficção e obras clássicas e contemporâneas. Tudo isso sem custo e totalmente dentro da lei.

09. The World Factbook

(Fonte da imagem: Reprodução/The World Factbook)

Esta página da CIA traz informações detalhadas de 267 entidades do globo, com dados sobre a história, a população, o governo, a economia, geografia, comunicação, transporte e relações internacionais das nações. O site contém mapas físicos e políticos, e há uma seção especial com curiosidades e comparações entre os países do mundo.

10. GeographyIQ

GeographyIQ é um atlas mundial online que traz informações sobre a geografia, economia, política, história e a cultura de cada país ou região do globo. O site traz detalhes precisos e atuais sobre a situação demográfica, a condição de vida, dados ambientais e climáticos das nações. É ideal para quem quer saber mais sobre uma região antes de viajar; o site traz dados culturais relevantes, além de oferecer a equivalência da moeda corrente em cada país.

fonte da foto: http://edukacional.com.br/wp-content/uploads/2014/12/187j6c9cvv9rojpg-1024×576.jpg

Portland – O preço da ação da Energous mais que dobrou neste ano, principalmente devido à promessa de um futuro em que os smartphones não dependerão de tomadas elétricas nem de bases de recarga.

A Energous, com sede em San Jose, Califórnia, é uma das poucas empresas que estão competindo para lançar tecnologias que possibilitem que nossos telefones, tablets e relógios inteligentes sejam carregados mesmo estando do outro lado da sala — todos ao mesmo tempo e de forma completamente remota.

E 2017 poderá ser o ano em que elas finalmente conseguirão entrar no lar dos consumidores.

No segundo semestre do próximo ano, a tecnologia da Energous será utilizada em um transmissor capaz de carregar aparelhos que estão em um raio de aproximadamente 90 centímetros a 1,5 metro através de ondas de rádio, de acordo com o CEO Steve Rizzone.

Em 2018, a empresa espera lançar um transmissor semelhante que poderá ser incorporado a aparelhos, como TVs de tela plana, para carregar dispositivos a uma distância de mais de 4,5 metros, disse Rizzone em uma entrevista.

A empresa preferiu não dar detalhes sobre quanta energia um aparelho Energous conseguirá emitir nem sobre a eficiência do compartilhamento.

Embora as primeiras tecnologias de carregamento remoto estejam demorando para se popularizar, a utilização bem sucedida da chamada recarga sem fio 2.0 ajudaria tanto os gigantes do setor tecnológico quanto os empreendedores a resolver o problema da mobilidade — os aparelhos deixarão de depender de uma bateria de longa duração para serem úteis.

Isso também perturbaria o domínio de mercado da tecnologia Qi, que está incorporada a aparelhos como o Galaxy S7, da Samsung, e exige que o aparelho seja colocado em uma base de recarga física.

De acordo com a Grand View Research, o mercado de recarga sem fio deverá crescer para US$ 22,5 bilhões até 2022, contra US$ 1,87 bilhão em 2014.

Para que a recarga remota se torne realidade, empresas como Ossia, Humavox e WiTricity precisarão transpor obstáculos relativos à saúde e à segurança.

A Comissão Federal de Comunicações dos EUA, que regulamenta o setor wireless, ainda precisa determinar que a recarga remota a longa distância é segura.

Também será necessário convencer os fabricantes a adotar essas tecnologias — que vão desde ondas de radiofrequência a ultrassom e lasers.

A redução da eficiência da transferência de energia com a distância também deve ser considerada.

A Ossia pretende lançar receptores no começo de 2018, e os aparelhos capazes de “captar” essa energia chegarão em 2019, de acordo com o CEO Didier Le Lannic.

A empresa, que está desafiando as patentes da Energous, espera transmitir alguns miliwatts a 1 watt de energia em um raio de até 2,7 metros para carregar aparelhos móveis e conectados à internet, como sensores, disse ele.

A tecnologia da WiTricity, será incorporada a um notebook que estará disponível comercialmente no começo de 2017, disse o CEO Alex Gruzen em uma entrevista.

A empresa está trabalhando com fabricantes de automóveis para carregar carros a uma distância de até 35 centímetros — digamos, do chão da garagem até a bateria do carro.

Os primeiros automóveis com esta tecnologia chegarão ao mercado no fim de 2017, disse ele.

“Os fios estão sendo eliminados em todos os lugares”, disse Gruzen. “Acho que dentro de cinco anos não haverá mais carregadores com fio”.

Matéria retirada do site http://exame.abril.com.br